André Whoong já fez loucura com Iggy Pop e Tiê ama Justin Bieber

Parceiros de vida e de música, André Whoong e Tiê são os convidados dessa semana no podcast. Ele fala sobre o novo disco, “Justo Agora”, lançado esta semana pelo selo Rosa Flamingo. Os dois, que cantam juntos “Me Queira Você” no trabalho dele, já estão preparando material para o quarto álbum de Tiê, cujo primeiro single deve ser lançado em março de 2017 e o disco (pela Warner), no fim de maio. Quem participou, por telefone, foi Flavio Juliano, pra falar da agenda de shows de seu duo FingerFingerrr.

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Por volta dos 18 minutos, Whoong relembrou um dia f*da em sua vida, no show do The Stooges, no Planeta Terra de 2009. “O Iggy Pop estava na minha direção, tentei me aproximar para dar um beijo, não conseguia. Ele estava com a calça meio aberta… pus a mão, e segurei o p*u dele, e fiquei gritando ‘seu filho da p…’. Foi muito divertido, não sei se conseguiria fazer isso hoje em dia”, lembra, dizendo que estava sóbrio e foi tomado pela energia do show.

img_9335A cantora disse que já ouviu essa história algumas vezes, mas sempre fica meio nervosa. “Tudo bem que ele é o Iggy, mas talvez ele não queria ir tão além. Só acho que, no dia, talvez não quisesse que alguém colocasse a mão no p… dele. Eu, como artista, acho que pode ser um pouco invasivo”, reflete a cantora. “Ele ir à grade não justifica, talvez permitiria que passasse a mão na barriga ou umbigo”.

Tiê afirma que detesta ter de responder se é mesmo fofinha nas entrevistas. Enquanto André pularia as perguntas sobre referências do CD, que acha sempre muito vago. “Vou começar a inventar. Sabe aquela banda dos anos 80, o Elephants and the Bees and the Moutains, da Áustria?”, ironiza ele. A cantora também não gosta de começar entrevistas do zero, quando tem de falar de onde vem seu nome e como começou. “Se você der um minigoogle, vai saber”.

img_9319Os dois mostram suas diferenças ao escolher coisas do tipo Disney ou Turma da Mônica, praia ou campo ou céu e mar. Tiê fala de sua fissura por listas e cadernos e sobre escrever a mão, uma vez que ela adora ter caderninhos (inclusive, ganhou um do Justin Bieber, artista pelo qual tem um “amor platônico”). “Quando você escreve, seu cérebro automaticamente memoriza mais, entende mais, aprofunda”, analisa.

A cantora falou que essa disputa de lipsync, que acontece na TV (alô RuPaul’s Drag Race, é algo muito “xófem” pra ela, que não conhecia o app Musical.ly. Sobre dublagem no meio musical, Tiê dispara: “Sempre aconteceu… fica questionando, mas vai lá dançar, rebolar e abrir o espacate e ainda cantar afinado”. Ela fala que segue bastante gente nas redes sociais… umas 1600 pessoas! Entre os perfis que indicaria, estão @watts.on, @theacademynewyork e @essediafoifoda

Tiê tem um talento escondido: cozinhar, algo que faz bem, e desemperrar zíper. “Vou na persistência, no jogo. Quando enroscar sua bolsa, eu desenrosco”, brinca ela, que vai abrir essa seção na Rosa Flamingo. Já Whoong adorou pintar tampa de vaso sanitário com paisagens. Até agora, ele pintou uma só… Veja o resultado!

Paisagem privada. Marrom também é tinta.

A photo posted by André Whoong (@andrewhoong) on

Eles ainda falam o que gostam na TV. Desenhos estão sempre em pauta por causa das filhas da cantora, Liz e Amora, mas novela entra no jogo de vez em quantos. Ela também gosta muito do programa “O Show do Renatinho”, no Multishow, com Tatá Werneck e asseclas de banda. Tiê denuncia: ele gosta de “Escola para Maridos”. “Ele até chora”, ri. “Eu assisti os três primeiros episódios. São uns caras bem machistas. É engraçado ver eles desabrochando, vendo que são muitos escrotos. Acabo me emocionando”, diz ele, que gosta de freakshows.

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MariMoon e Maíra Medeiros: a internet do Fotolog ao Musical.ly

img_7712MariMoon é a primeira webcelebridade que o Brasil conheceu. Ela está na internet desde que “lá era só mato”. Passou pelo Fotolog e parou no Instagram. Maíra Medeiros é youtuber, ganhou notoriedade recentemente por causa de uma paródia de Anitta em que levanta assuntos de causa feminista. E já pensa no app que vai substituir o Snapchat… As duas estão ligadas pelo trabalho, produziram conteúdo juntas e são muito amigas. E também são as convidadas do nosso podcast esta semana!

No papo, a gente falou sobre o futuro da internet. Maíra aposta que o app Musical.ly vai ganhar cada vez mais espaço entre os jovens. Nesse novo território, composto por adeptos de dublagens musicais e que podem controlar a velocidade da gravação, já há até uma musa, chamada Baby Ariel, com 15 milhões de visualizações em seus vídeos. E ainda lembramos toda a trajetória de início das redes sociais, como Fotolog e Orkut. Será que elas só adicionavam com scrap ou tava liberado aceitar todo mundo?

img_7715Mari foi VJ da antiga MTV Brasil (aos 12 minutos), nos áureos tempos de Disk e afins. Por pouco, não fez parte da Liga de VJs Paladinos, o que a deixa chateada até hoje: “acabou no meu ano”, lamenta (risos). Ela falou que não tem nem comparação o canal musical de raiz brasileira, dos tempos de João Gordo, Astrid Fontenelle e Gastão, ao que é produzido hoje, praticamente uma cópia da TV americana. “Eles pegam as paradas que tem na gringa, não levo em consideração”.

Falamos de tatuagens, cor do cabelo, Toy Art (ou sex toys?) e desenhos animados (Mari é louca pela Arlequina, enquanto a dona do canal “Nunca Te Pedi Nada” tem obsessão pela Mulher-Maravilha). Maíra comentou sobre a sua fissura por montanha-russa, mas que teria medo de pular de asa-delta (cadê coerência?). Elas ainda responderam se preferem Festa Junina ou Carnaval e falaram do vídeo da Iguana fugindo das cobras. Dá o play!

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Banda Uó se arrisca no Gospel e faria show-homenagem a Michael, Prince e Bowie

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Mel Gonçalves, Mateus Carrilho e Davi Sabbag, que juntos formam a Banda Uó, são os convidados do podcast Aos Cubos desta semana. Os músicos falaram sobre a animação de levar humor ao clipe de “Cremosa”, que estreia na quinta (17.11), uma parceria com a catuaba Selvagem. O novo single ainda ganha uma versão com viola caipira no encerramento, com Luis Coutinho (do Falso Coral).

“Vai ficar muito legal. A gente aparece, pela primeira vez, de uma forma que os fãs nunca viram. Dessa vez, há humor não só na música, mas no contexto e no roteiro, com personagens engraçados”, explica Carrilho. “É tipo uma dominação mundial. Todas as pessoas vão ficar cremosas e querer usar esse produto revolucionário”, brinca Sabbag. É um presente aos fãs que sentem falta de historinhas e humor nos clipes da banda.

Os três responderam sobre o que gostariam de fazer para ganhar um Nobel da Paz (aos 33 minutos) no segundo bloco. Enquanto Mel adoraria ser uma espécie de Malala trans e Sabbag um ativista gay e de animais de rua, Carrilho ironiza, dizendo que adoraria acabar com a bancada evangélica na Política. Para minimizar a polêmica, eles cantaram “Zaqueu” à capela. Mel ainda falou que adora ouvir Ana Paula Valadão, uma pena que defende o que não se deve.

Durante o terceiro bloco, por volta de 1h21, a banda ainda dispensou uma parceria com a Inês Brasil, já que os fãs vivem insistindo no assunto nas redes sociais. “Adoro a Inês, mas musicalmente não tem nada a ver”, disse Carrilho. “São duas vertentes diferentes. Ela é um entretenimento escrachado e é divertido, só que não é algo que cabe no nosso universo. Não achamos que convém colocar no nosso trabalho, assim como Maria Bethânia não rima, cantar com ela, não rima”, complementa Mel.

Mais uma cena do clipe de "Cremosa", que estreia quinta (17.11) | Foto: DIvulgação
Mais uma cena do clipe de “Cremosa”, que estreia quinta (17.11) | Foto: Divulgação

“Já somos três, pra ter um feat. tem que ser uma coisa muito especial”, arremata Sabbag. Entre os nomes de uma parceria dos sonhos, estariam Beyoncé, Maluma (mas não pra música, tá?) e Pitbull com Jennifer Lopez. “Sauna versão espanhol com o Pitbull, já pensou? Ia ser muito bafo!”, concordam todos. Se há um cantor que eles homenageariam no melhor estilo Adam Lambert canta Freddy Mercury (do Queen), fariam um show: Banda Uó canta Michael Jackson, Prince e David Bowie. Com versões em português, claro!

Na abertura do terceiro bloco, por volta de 1h08, a banda ligou para uma amiga, a digital influencer Milian Dolla, que expôs uma história de um Réveillon em Uberlândia, em Minas Gerais. Líder dos millionaires (seu fandom), ela brinca que – nas horas vagas – destrói relacionamentos por onde passa e toca nas horas vagas. Sua turnê é “Segurem Seus Maridos Tour”. “Estou guardando tudo para um dossiê”, diz ela antes de contar a história.

Outra passagem engraçada é compartilhada por Mel (à 1h23), quando ela diz que um amigo “muito peculiar” levou um boy para casa após uma festa. “Ele me olhava de forma estranha, um olhar meio cego, perguntei quem era”, relembra a vocalista. Depois que ele foi embora, esse amigo confessou que ele não o conhecia e era um fã da cantora. Queria proporcionar um momento inesquecível ao jovem: um dia com o ídolo! “Ele nem sabia o nome”.

Entre os quadros “Rapidinhas” e “Caderno de Perguntas”, o grupo ainda revelou suas manias, medos, séries favoritas, como gostam de comer miojo e com quem teriam um “sonho molhado”, quem levariam na garupa de uma bicicletinha, o que acham de drogas e o que vão pedir para o Papai Noel de Natal. Ah, eles também relembraram antigas propagandas (direto para os 26 minutos). Play!

Davi Sabbag, Mel Gonçalves e Mateus Carrilho
Davi Sabbag, Mel Gonçalves e Mateus Carrilho

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Rico Dalasam apresenta novo single e é desafiado em quiz sobre pagode

Rico Dalasam é o convidado dessa semana no nosso podcast. Ele apresentou o novo single “P.R.O.C.U.R.E”, música que estreia nos próximas semanas. A faixa não faz parte do recém-lançado “Orgunga”, seu primeiro disco cheio. No início de 2017, ele volta a trabalhar o álbum, com “MiliMili” (produzida por MahalPita), a próxima de trabalho. No nosso “trote”, a gente ligou para a Lellêzinha, do Dream Team do Passinho, que falou sobre a participação do grupo no “Vai que Cola” e sobre um possível feat. com o cantor.

img_7147O primeiro rapper assumidamente gay ainda participou do quadros “Rapidinhas”, quando falou sobre sua paixão por Chiquititas e da vontade que tem de voltar a atuar como cabeleireiro – ele quer montar um salão em Taboão da Serra, sua cidade-natal. No “Caderno de Perguntas”, o artista foi prolixo: falou de política a situações constrangedoras, como mandar o print errado para um grupo no Whatsapp e postar foto dele em um Instagram secreto, que falava só de unha. “Passar vergonha faz muito parte da construção, como caráter e história de vida. Você só mostra como sua vida é normal”, explica, cujos dilemas e problemas podem fazer com que ele se aproxime dos fãs.

ESTAMOS NO APP PODCAST, APPLE!!!

Ele ainda estreou nosso novo quadro: “Quiz Musical”. Como ele se diz um expert no assunto, fizemos um teste do Buzzfeed, com clássicos do gênero. Será que ele é mesmo um entendido? Por fim, emprestou sua voz para um cover de “Passarinho”, do Curumim, ao lado de Luis Coutinho, da banda Falso Coral, que sempre comanda nossos jams.

O artista ainda brincou, dizendo para qual artista ele pediria uma ordem de restrição. “Se fosse nos Estados Unidos, o Kanye West ia por fogo em alguém próximo dee. Aqui nao funciona, mas eu pediria para alguém que tenho um certo asco e não teria perto: “Joelma (ex-Calypso). Foi traída pela Lua, mas ela traiu a gente”, disse. Ele não contextualizou, mas a gente explica. Em 2013, a cantora deu entrevista à revista Época, dizendo: “Tenho muitos fãs gays, mas a Bíblia diz que o casamento gay não é correto e sou contra”.

Na conversa, ele ainda falou sobre qual música cantava errado na adolescência (na versão dele, cantava: “eu vou ficar nos prédio, eu vou ficar nos prédio” [sic]. Adivinhou?). E também com qual artista fez questão de fazer selfie quando conheceu, na semana passada, no Prêmio Multishow. Dica: “a saudade bateu foi que bem maré”.

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Luiza Lian e Falso Coral dão a nota sobre ser artista independente

Luiza Lian é uma das grandes apostas da geração de cantoras da atualidade. Seu som bebe da fonte do setentismo, busca psicodelia e tem um pé no rock’n’roll. Enquanto o Falso Coral, do Luis Coutinho e da Bela Moschkovich, inovou o indie nacional com sua viola caipira, cantando em português e em inglês.

Os dois são artistas revelações da cena musical brasileira e contam pra gente como é ser independente no Brasil. Luiza dá a nota sobre o que não se deve fazer na página de um artista, enquanto o Falso põe fogo à discussão sobre as patotinhas de artistas e selos. A cantora lança uma nova mixtape agora em novembro, e um disco para o ano que vem, enquanto o grupo tem planos de lançar o clipe de “Desterro” e até o meio de 2017 preparar um conteúdo audio visual sobre o EP de estreia, “Folia”.

A gente ainda tem a participação do cantor André Whoong, por telefone, e uma conversinha bem en passant com Sasha Meneghel, que estreou como modelo na Semana de Moda de São Paulo (SPFW), e falou sobre seu primeiro dia de aula na Parsons, de Nova York, nos EUA (leia a matéria completa aqui).  E também participam dos quadros: “Perguntas Esdrúxulas”,  “Caderno de Perguntas” e “Rapidinhas”.

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(Foto: Alexandre Virgilio/Site RG)

A gente ainda fez um crossover com o podcast The Library is Open“, que fala de Rupaul’s Drag Race. Comandado por André Aloi e Victor Albuquerque, nesta edição, o Luis Coutinho (editor do blog) faz um jam com Luiza Lian, tocando “Luar”. E ainda dá voz a “Desterro”, na viola caipira, ao lado de sua companheira de banda. Play!

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De férias, Thiago Pethit diz que odeia ouvir 'quando sai o disco novo?'

Nosso entrevistado dessa semana é um docinho de pessoa, mas também é Rock ‘n roll. Ele tem uma fissura por Los Angeles, aura meio James Dean… Já posou nu e abriu quase toda sua intimidade no livro “Unfocused”, de Vivi Bacco e editado por Erika Palomino… Seria seu novo projeto um livro de selfies (alô alô Kim Kardashian!).

Thiago Pethit está de férias e odeia ouvir a pergunta: “quando sai o próximo disco?” Nesta conversa, ele fala sobre temas aleatórios: como o que gosta de comprar quando vai à farmácia ou qual assunto ele teria coragem de bater na porta das pessoas para exaltar e enaltecer numa manhã de domingo.

Ele ainda participa dos quadros “Rapidinhas” e “Caderno de Perguntas”. No primeiro, responde quais são suas redes sociais preferidas, com quem gostaria de tirar uma selfie e revela o que faz quando está sozinho (tira meleca do nariz, bate p*nheta ou todas as anteriores?).

Também fala que está ficando craque na cozinha. O que será que ele gosta de preparar? Questionado sobre se ele prefere Pethit ou Tiago Iorc, brincou: “as pessoas não confundem, mas no Twitter sempre vejo uns comentários, dizendo que descobriram tal dia que eu e ele não somos a mesma pessoa. Sempre me pergunto: em que ano vocês estão?”.

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Nesta edição, a gente anuncia que Victor Albuquerque (à esquerda de Pethit) entra para o elenco fixo… E o Luis Coutinho (editor do blog, membro da banda Falso Coral e que está à direita de Pethit) faz um jam com o cantor, tocando “Romeo” na viola caipira”. Play!

 

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NOTA DE ESCLARECIMENTO! (risos)
Enquanto rolou a conversa, Pethit disse que se sentiu num cativeiro. Queremos esclarecer que oferecemos tudo do bom e do melhor pra ele, tá? É só piadinha! Ele ainda participou do mistério do salgadinho, já que na mesa fica rolando aquele copo da bebida de rótulo vermelho (versão Zero) e aquele salgadinho triangular com cor alaranjada. “Quando eles patrocinarem, eu digo o nome”, brinca o cantor.

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Jaloo e Mahmundi são os convidados na estreia do Podcast Aos Cubos!

Bem-vindos! A partir de hoje, o Aos Cubos vira uma outra plataforma. A gente vai continuar falando de cultura, mas agora em áudio. Viramos um podcast! Fico feliz em anunciar isso… Nossos primeiros convidados são amigos e hoje moram em São Paulo. Ela é do Rio, ele de Castanhal, no Pará. Além da música, a vida  uniu essas duas delícias: Jaloo e Mahmundi, que na certidão de nascimento são, respectivamente, Jaime Melo e Marcela Vale.

Quem divide a bancada comigo é Victor Albuquerque (que já está escalado para o elenco fixo!) e o Luis Coutinho, um dos editores do blog, que tem uma banda chamada Falso Coral. Entre outros assuntos, abordamos a maldição do segundo álbum, aponta qual deles é #arianator (fã de Ariana Grande)… Levantamos polêmicas sobre o nome de um museu de São Paulo… E qual foi a lição que a Mahmundi aprendeu com o pai da Juliana Paes.

img_4715-1Nesta primeira edição, a gente falou bastante… Vamos encurtar para as próximas! Só pra vocês entenderem a dinâmica deste primeiro programa: no primeiro bloco, a gente fala de música, no segundo tem o quadro Caderno de Perguntas, que eles respondem coisas bobas, inspirados por aquela febre dos anos 90/00!

No terceiro bloco, Jaloo se vinga do Disclosure, e diz se ouve ou não a música dos irmãos-gatos. Eles ainda participam do quadro “Como assim, você nunca?”, que aponta lugares de São Paulo e eles têm de dizer se já foram ou não. E terminamos com as rapidinhas: coisas do tipo Xuxa, Mara ou Angélica… Play!

PS: A gente fala um monte de marca, mas o podcast não é patrocinado! Muito menos a foto ao lado, tá? Era só o que a gente tava servindo pra curar a ressaca da Mahmundi! <3

Um vídeo publicado por Aos Cubos (@aoscubos) em

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Em algum momento, falei sobre uma plataforma que traduz músicas para x línguas em diferentes países. O nome é Lyric Find. Procure saber!

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"Gemer só de prazer", afirma Elza Soares, que lança vinil

Elza Soares está com a agenda cheia. No fim do mês, sobe ao palco do Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiro, para o lançamento da versão em vinil de “A Mulher do Fim do Mundo”. Serão três shows, nos dias 27, 28 e 29 de outubro. Em um deles, Liniker participará da faixa “Benedita”, originalmente cantada pelo cantor Rubi.

Com duas indicações ao Grammy Latino, a cantora septuagenária deve aterrissar em Las Vegas para receber os possíveis gramofones em 18 de novembro. Ela faz mistério ainda sobre uma suposta apresentação: “Ainda não sei, cara. Fico até emocionada”. Mas se pintasse o convite, iria na hora. “Cantaria ‘Maria da Vila Matilde’. Essa música faz parte da liberdade às mulheres, do sufoco ao sofrer calada dentro de casa. Tudo a ver com gritar. Gemer, só de prazer”.

“A Mulher do Fim do Mundo” concorre ao prêmio deMelhor Álbum de Música Popular Brasileira na premiação, e a faixa “Maria da Vila Matilde” pode receber o título deMelhor Canção em Língua Portuguesa. “Coisa maravilhosa. foi muito bom”, explica ela sobre as indicações. “Quando estava em estúdio, pensava em fazer um disco com minhas músicas de luta, não esperava um sucesso tão grande como está sendo”.

A canceriana de 79 anos também está com o passaporte carimbado para uma série de apresentações no exterior: Alemanha (10.11), o festival Le Guess Who?, em Utrecht, nos Países Baixos (em 12.11), e Londres (13.11). “Quando artista vem lá de fora pra cá, não muda nada. Então, não tinha porque mudar (o setlist)”, afirma.

Também já está tudo arranjado para que ela grave um DVD dessa turnê, na comunidade de Centre Ville, em Santo André. “É muito bom você escolher uma comunidade pobre, que precisa. Quando você chega lá com a música, é muito bom”. O show vai levar 15 artistas para o maior palco de todos que já pisou, com diferentes participações especiais .

Como sempre foi uma artista à frente de seu tempo, Elza acredita na força da mulher e na igualdade de gêneros há tempos. Dos artistas novos, sem querer puxar sardinha para um lado, mas depois de muito pressionada, solta: “Tenho medo de escolher e cometer uma gafe. Todo mundo busca um caminho. Uns com mais força, é absurdo. Gosto da Karol Conka, acho ela uma gracinha”, pontua.

SHOW EM SP
Nos três shows de São Paulo, no fim do mês, um deles terá a participação de Liniker, que já é grande coisa por toda sua representatividade. Sobre as questões de gênero, levantadas pelo artista no início da carreira – ao usar roupas femininas, batom e um discurso desconstruído -, Elza acho natural. “Cada um faz o que quer da vida, ninguém tem que se meter, a vida é sua”. Ela diz que ouviu algumas vezes sua música e ficou apaixonada, então surgiu o convite. “Foi uma escolha bem feliz”.

Com direção-geral de Guilherme Kastrup, o espetáculo traz a cantora sentada em um trono metálico em meio a um cenário cercado por mil sacos plásticos de lixo, na concepção de Anna Turra, que assina o cenário, a luz e as projeções. Elza contracena com o naipe de metais doBixiga 70, além dos cantores Rodrigo Campos e Rubi. A banda é composta por Kiko Dinucci, Marcelo Cabral, Rodrigo Campos, Guilherme Kastrup eDaLua.


SERVIÇO
ELZA SOARES – LANÇAMENTO DO VINIL “A MULHER DO FIM DO MUNDO”
Dias 27, 28 e 29 de outubro (quinta-feira a sábado), às 21h, no Teatro Paulo Autran (1.010 lugares)
Duração: 90 minutos; Classificação: Não recomendado para menores de 10 anos.
Ingressos: R$ 60,00 (inteira). R$ 30,00 (meia entrada). R$ 18,00 (credencial plena do Sesc).
Ingressos à venda online, em www.sescsp.org.br, a partir de 18/10, às 19h, e nas bilheterias das unidades do SescSP a partir de 19/10, às 17h30.

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Laura Marling e sua divina timidez transformam Cine Joia em catedral

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Fotos de Ana Laura Leardini, exclusivas para o Aos Cubos.

Ao vivo, Laura Marling às vezes é uma criatura divina e outras vezes deixa transparecer que é apenas uma inglesa muito tímida de 26 anos. Celestial e humana, Laura é acima de tudo uma musicista fenomenal. Na última vez que veio ao Brasil, 5 anos atrás, Laura tinha 21 anos, dois discos e um prêmio na bagagem de Melhor Artista Britânica no Brit Awards. Hoje, já no quinto disco, faz obras-primas em sequência e definitivamente não precisa provar mais nada a ninguém.

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Tecnologia: 5 passos para se livrar dos ataques de ansiedade e stress

Você é um workaholic irremediável? Pois bem, eu também sou assim. Até em dias de folga, não consigo deixar de responder e-mails do trabalho. Mas não é só no trabalho. A vida social também nos consome. É aquela resposta do crush que você aguarda, você fica evitando dar aquela resposta atravessada no grupo de WhatsApp da família ou de amigos, discutindo política. E isso me dá muita ansiedade!

Eu fico fuçando o celular de tempos em tempos pra ver se preciso fazer alguma coisa: checo e-mail, as redes sociais. Sinto que vai chegar um momento que nem os finais de semana serão suficientes pra gente recuperar as energias e tentar nos livrar desse stress e pequenos momentos de ansiedade do dia a dia. Pensando nisso, fui atrás de aplicativos de celular para que me ajudassem a parar de pensar no trabalho por um pouco e nessas amarras sociais do cotidiano.

Existem aplicativos para celular do método chamado “mindfulness” (limpeza da mente”, por assim dizer). Eles te fazem embarcar em um momento anti-stress e sem ansiedade apenas com exercícios de respiração: o famoso inspire, expire. Doses diárias de 10 minutos a fim de te fazer relaxar. Eu consegui fazer e me senti um pouco melhor. Abaixo, compartilho a mensagem principal e os exercícios.

Se você não conseguir fazer do jeito que eu estou explicando aqui, baixe os apps (todos em inglês), nos quais me baseei para escrever este texto: “Calm”, “Headspace” e “Galaxia”. Separe 10 minutos do dia para começar. É uma pratica diária, que não tem nada a ver com religião ou dogmas! Comece com o programa de 7 dias, e vá aumentando.

IMPORTANTE!
Leia o passo a passo e coloque como trilha sonora o álbum “Still Nature”, disponível em plataformas digitais, como o Spotify.

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1. RELAX!
Vá para algum lugar tranquilo em sua casa, sente-se em uma cadeira confortável ou no sofá, encoste e não cruze os braços ou as pernas. Coloque os pés no chão e relaxe o corpo. Nos primeiros 20 segundos, olhe ao redor e perceba o que está à sua volta, repare nos formatos e nos objetos que o cercam.

2. TRANSPORTE-SE
Aos poucos, vá se desligando. Feche os olhos lentamente e se imagine num lugar de paz e tranquilidade. Pode ser à beira de um lago, em uma casa de campo nas montanhas. Coisas que o afastem da cidade grande ou lugares que possam remeter ao trabalho ou ao stress.

3. ASPIRE E EXPIRE
Desligue-se do som ao redor e comece a respirar de forma mais forte, de forma que você consiga se ouvir, ainda de forma natural, no mesmo ritmo. E sinta isso causando efeito no seu corpo. Aspire pelo nariz, expire pela boca até sentir que o pulmão se encha de ar. Sinta seu corpo começando a relaxar, da cabeça até a ponta dos pés. Faça isso até que você não consiga mais se ligar nos sons à sua volta.

4. ATENÇÃO!
Se você começar a pensar em outras coisas, volte a reparar no som da respiração. E comece tudo de novo. Pode pensar nas palavras: aspire e expire enquanto continua o processo de se “desligar do mundo”. Repita até que você sinta que seu corpo está relaxado e a taquicardia da ansiedade já não esteja presente. Ou a respiração ofegante não te afete mais.

5. ABRA O OLHO
Percebeu o quanto essa simples prática colocou tudo no seu devido lugar com reação ao seu corpo? Pronto, você concluiu com sucesso essa primeira etapa do ‘mindfulness’. Durante a prática, não fique pensando: será que estou fazendo isso certo ou errado? Não existe isso: você vai reparar que cada um faz de um jeito, mas que levam ao objetivo comum, que é se desligar e colocar o seu corpo em modo ‘stand by’. Espero que ajude!

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