"Me tornei uma pessoa mais visual com o tempo", afirma Jana Rosa

Jana Rosa e a amiga, Mel Harden, são as convidadas do podcast Aos Cubos (17º episódio, da segunda temporada), que foi ao ar excepcionalmente nesta quarta-feira (03.05). “Me tornei uma pessoa mais visual com o tempo e menos das letras. Não leio nada, nem uma legenda. Agora, fico vendo o stories como se fosse uma TV, meu cérebro tá um lixo, não lembro de nada”, analisa. “Antes lia pelo menos um livro por mês, agora nem sei”.

A antiga apresentadora da MTV escreveu dois livros com Camila Fremder (“Como ter Uma Vida Normal Sendo Louca” e “Enfim, 30”). Ela não tem planos de escrever outro por agora, mas vai encorajar a parceira de confidências a canalizar seu lado mãe para as páginas de um novo. “Ela tem várias histórias maravilhosas, já implorei pra ela escrever sozinha”, ri.

Mel é uma das melhores amigas de Jana, trabalha com Marketing de Moda, e está com um novo projeto: fotografar tudo o que come. O portfólio está no Instagram: @apenaslanches. “Outro dia comi um pastel de hot Dog. Tinha tudo… batata palha e purê. Quanto pior, melhor”, brinca.

As duas ainda falam sobre os crushes da adolescência, como foi o primeiro beijo e de suas paixões pela música pop. Jana, por exemplo, era fanática pelo Hanson.

As duas participam dos quadros Top ou Flop, Caderno de Perguntas, Perguntas Esdrúxulas, e Rapidinhas (temático galãs e TV). Jana comenta ainda sobre sua incursão no mundo dos podcasts, com o de sua loja (Agora Que Sou Rica) e o Festas que Não Fui, e sua vontade de levar o Copan Fashion Show para as passarelas. Mas é só brincadeira interna, dos moradores do prédio na região central da capital.


TOP OU FLOP
Temas que dão o que falar…

https://goo.gl/lla7wn – Uma menina estava sofrendo no seu quarto e o irmão passou uma cartinha por debaixo da porta, falando que adolescência vai até os 22 anos e TPM não tem cura. Na internet ganhou o nome de: Menstruation

https://goo.gl/zvoeev – A Disney anunciou que 2019 terá o novo filme “O Rei Leão”, “Vingadores 4”, “Toy Story 4”, “Frozen 2”, “Star Wars Episódio IX. Remakes e sequências: top ou flop?

https://goo.gl/chb55n – O “Kissenger” permite a troca de beijos com o crush via internet, por meio de uma “almofadinha” que reproduz os movimentos da boca.

https://goo.gl/myyr20 – Um café no Japão, chamado “Naturalia”, pretende ser uma zona livre de maquiagem e outras intervenções estéticas. Eles não contratam mulheres maquiadas, fumantes ou que já trabalharam anteriormente em boates e cabarés. E aí?

Quer deixar um top ou um flop pra alguma coisa que a gente não perguntou? podcast@aoscubos.com!

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"Tive que mentir para não falar de mim", diz Alessandra Maestrini

Alessandra Maestrini é a convidada do podcast Aos Cubos desta terça-feira (25.04), no 16º episódio (no ar pela segunda temporada). A atriz está fazendo a divulgação de sua carreira musical, com apresentações no em Niterói e Rio de Janeiro nesta e na próxima semana. Na conversa, ela abriu seu coração sobre diferentes assuntos e falou abertamente sobre assumir sua sexualidade publicamente.

“Fui dar uma entrevista, tive que mentir tanto pra não falar de mim, da sexualidade, que quando cheguei ao final não me reconheci. Essa pessoa não sou eu, não admiro, não conheço, é chata e monótona e que não é ninguém”, recorda. Ela chamou seu entrevistado de volta e falou que queria dar uma outra entrevista, mas que agora seria ela de verdade. “Se você vir as fotos, não tem nada a ver com o assunto”.

A também humorista afirma que não sofreu preconceito desde que se assumiu, mas que existe um sistema que só vai ser mudado conforme a coragem de cada um. “Para mim é mais fácil do que para um ator? É! Mas foi fácil? Não”, resume. “Por incrível que pareça, a maioria das respostas (sobre a minha carta) foi amorosa e positiva. Seja pela própria pessoa, pelo filho ou amigo”.

Com 20 anos de carreira e prestes a completar 40 anos, ela falou que não tem medo de envelhecer, mas de dor e sofrer. “De amadurecer, não tenho medo. Me sinto meio (como o filme) ‘O Curioso Caso de Benjamin Button). Fui melhorando. Não só esteticamente, mas internamente sinto mais jovem e leve”, garante.

Ela ainda participa dos quadros Perguntas Esdrúxulas, Caderno de Perguntas e Rapidinhas… Lembra do primeiro beijo, fala de sua paixão pela Barbra Streisand e uma “gíria”que não consegue parar de falar: “vai tomar na peida”. Mas é de um jeito muito peculiar e próprio. Claro que a gente não poderia de falar da Bozena, seu personagem mais marcante. Play!

AGENDA
Essa semana, Alessandra apresenta o “Drama’n Jazz” no Teatro Municipal de Niterói. Quinta, dia 27 de abril, às 19h. E em 5 de maio (uma sexta-feira) tem apresentação do “Drama ‘n Jazz”, no Teatro Oi Casa Grande, no Rio. Ai no mesmo fim de semana tem “Yentl em Concerto”. Baseado no conto “Yentl – The Yeshiva Boy”, de Isaac Bashevis Singer (1902-1991) e no filme “Yentl”, estrelado por Barbra Streisand.
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TOP OU FLOP
Neste quadro a gente apresenta alguns temas e vamos abordar rapidamente nossa opinião sobre isso.

https://goo.gl/qp7smh – Letícia Spiller girando como o peão da casa própria no programa da Ana Maria Braga.
https://goo.gl/gfcs9o – 10 anos da separação da dupla sandy e jr. a sandy ficou emocionada, postou textão…
https://goo.gl/ackvtz – 9 verdades e uma mentira
https://goo.gl/1inaca – Gabriela Pugliesi foi pra Trancoso casar, na Bahia. Mas ela esqueceu um pequeno detalhe: o vestido de casamento.
https://goo.gl/xccqkg – O fim do site Ego e do Paparazzo, da globo. O sensacionalista fez uma lista com as principais manchetes do site… Veja: https://goo.gl/ljkhy6
https://goo.gl/7Xj0c1 – Essa notícia é antiga, mas é muito boa: um francês criou uma pílula que promete pum cheiroso. Ele promete cheiros, como rosas e chocolate…

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AGRADECIMENTOS
Doritos de Sempre. Aos que mandaram perguntas: Raphael Prado, Marianna Aloi, Léo Fávaro, Felipe Bellaparte, Evano Aziz, Daniel Carvalho, Júlio César Ferreira De Almeida, Robson Pedroso, além dos fãs da artista que participaram pelo Instagram. E também à Casé Assessoria, em nome de Rafa Serato e da própria Patrícia Casé.


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Filipe Catto prepara show voz e violão; Bruna Caram quer cinema

Filipe Catto e Bruna Caram são os entrevistados do podcast Aos Cubos desta terça-feira (18.04), no 15º episódio (no ar pela segunda temporada). O cantor revelou que está trabalhando em um show de dois violões, chamado “Over”, que vai estrear ainda este ano. Já Bruna vai correr o Brasil com seu recém-lançado “Multialma” e adoraria se dedicar ao cinema – uma vez que começou o ano nas telinhas, na minissérie “Dois Irmãos”, da Globo.

“Finalmente vou fazer um show que há muito tempo queria fazer. Pedro Sá comanda um dos violões. Não é nem intimista, é absolutamente virtuoso. Tem uma coisa camerística que eu gosto. Estava com saudade do silêncio. Cheio de espaço, ele é tão delicado, chic, que se torna agressivamente over. As letras ficam arranhando a cara da galera”, ri. O repertório ainda está sendo montado, mas vai ser uma seleção de best of e coisas que gosta de cantar em versão minimal.

Já Bruna, que gravou a minissérie global há dois anos, está trabalhando o disco desde o início do ano, quando começou a turnê e tem outros projetos na manga. “Estou escrevendo um próximo livro, ‘Pequena Poesia Passional’, e meu sonho ideal seria ficar na estrada até o meio do ano e pegar um papel no cinema. Gostaria muito mais do que fazer um papel na televisão, mas estou super aberta”, comemora Bruna.

Tanto Bruna quanto Catto preparam-se para lançar clipes. O dele, para “Do Fundo do Coração”, sai no fim do mês. O dela, para “Par” (parceria com Chico César), lança nesta quinta (20.04), com direção de Yuri Pinto (editor de “Dois Irmão” e colaboração de várias pessoas da série. Foi gravado em Paquetá, no Rio de Janeiro. “História de amor romântica, assistam”, explica Bruna.

Logo que começou o programa, Catto teve a ideia de desafiar André Aloi, Victor Albuquerque, Luis Coutinho e Bruna no STOP!, com assuntos que puxou na hora: Meme, filme ruim ou novela, subcelebridade e diva gay. Pra saber quem ganhou, dê o play! Eles ainda participaram dos quadros Perguntas Esdrúxulas, Caderno de Perguntas e Rapidinhas… Também falaram sobre coisas sérias – algumas nem tanto assim.

Entre outros temas, a conversa girou em torno de Sertajo, cena indie, Patrícia Marx, Backstreet Boys, RuPaul’s Drag Race, Gretchen, Família Dinossauros e o vídeo de Maria Bethânia, falando sobre sua adoração por cadernos. Ah, e para Catto, Xuxa e Britney são mitos. Cher não conta, né? Afinal, ele vai comemorar seu aniversário de 30 anos no show da diva mór, em Las Vegas, ainda este ano.

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TOP OU FLOP
Se interessou pelos assuntos do programa desta semana? Veja a lista:

  • https://goo.gl/s7if9i – Campeonato de Pole Dance, na China, quer virar esporte olímpico.
  • https://goo.gl/mkvecl – Metro: lista do Fachin virou line-up do Coachella.
  • https://goo.gl/P0RsxK – Estreia do programa da Tata Werneck no Multishow.
  • https://goo.gl/kkp9rz – 25 expressões da cisma dos brasileiros com cu.
    Site dos menes, menes das coisas com sentimento (ex vinho seco).
  • https://goo.gl/y8gaev – A Matel vai deixar de produzir a amiga cadeirante da Barbie!

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FORTALECIMENTO DA MPB
Entre as perguntas enviadas para discussão, está: “Como a MPB pode se fortalecer?”.
“A MPB precisa fazer isso no seu próprio nicho. A gente não tem que disputar com Mayara e Maraísa. Mas se fortalecer porque falta, para os artistas da nossa geração, ter consciência de que só um trabalho coletivo vai ter penetração no grande mercado. O mercado não vai comprar um artista da MPB. Vai comprar ideia de uma nova cena, renovação”, diz Catto. “Lindo isso. A gente está começando a se unir mais e conscientizar. Essa geração que a gente venera, dos anos 70, era muito unida”, concorda Bruna. Ouça por volta de 1h45!

Filipe diz não se incomodar com antigas comparações com Ney Matogrosso. “É uma questão muito externa. E acho que me compararem com ele é a mesma coisa que compararem a (Maria) Bethânia com a Cássia só porque as duas têm voz grossa. É um elogio que me dão. Estou c… para essa comparação. Adoro o Ney, pra mim é alguém que gosto de estar perto e me interessa enquanto pessoa e artista, mas ele é um alien, um Bowie, uma Cher. Está acima de tudo”. (1h37)


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Banda Baleia prepara remake de "Ventura", do Los Hermanos

Gabriel Vaz é o convidado do podcast Aos Cubos deste 14º episódio (segundo da nova temporada), lançado nesta terça-feira (11.04). O vocalista do grupo carioca Baleia anunciou que sua banda está preparando um remake na íntegra do álbum “Ventura”, do Los Hermanos, para o Canal Bis – assim como SILVA fez aquele “canta Marisa Monte”, show que deu origem a um disco.

O programa será gravado em maio, possivelmente para ser lançado ainda este ano. Em 2018, o icônico disco do grupo liderado por Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante completa 15 anos de lançado. “Se ficar legal, a gente vai seguir. Porque não consegue tocar uma só vez. Vai querer aproveitar para fazer uns shows”, explica ele sem dar muitos detalhes do projeto. Outro projeto que a banda está encabeçando é reunir todos os covers que já fizeram em um único álbum.

Quem também participa da conversa é a fotógrafa de música (e retratista de celebridades) Carol Vianna, que entre outros projetos já clicou o Baleia algumas vezes. Ela aproveitou o espaço para fazer uma pergunta ao vocalista: “do processo todo, sua parte favorita é o palco?”. “Legal essa pergunta… A minha parte favorita é essa, sim, cada vez mais. É muito bom ir amadurecendo e você vai ganhando intimidade com o palco. Mas estou aproveitando cada vez mais. Quando ganha confiança, consegue fazer outras coisas. Antes, se tentava dançar, errava só porque estava inseguro. Agora, acerto”, explica ele.

No primeiro bloco, Vaz participa do “Top ou Flop”, quadro que apresenta assuntos da semana e você tem de escolher se é top (algo bom) ou flop (ruim). Entre os abordados estão o caso de assédio de José Mayer na Globo, soltar spoiler de realities e a passagem de Justin Bieber no Brasil. Os dois participam de outros quadros, como Caderno de Perguntas e Rapidinhas, abordando assuntos como “13 Reasons Why”, ufologia e com quem trocariam nudes.

Carol destacou, entre outros assuntos, seu projeto de retratos e entrevistas (com Fe Meirelles, ex-Capricho), chamado TrêsxQuatro. Ela ainda relembrou um momento do início de sua carreira, quando clicou Ana Cañas e Ney Matogrosso. “Perguntam como consigo fazer com que as pessoas se movimentem daquela forma e capturar o exato momento”, explica.


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"Não me chamem de diva, mas de militante", afirma Mulher Pepita

Mulher Pepita é a convidada de estreia da segunda temporada do podcast Aos Cubos, que vai ao ar nesta terça-feira (04.04). A cantora de funk carioca falou sobre diferentes assuntos, de sexo a namoro até como se enxerga na cena da música atual. “Eu acho que a bandeira não é só um arco-íris, ela tem que ser respeitada. Se respeitam de time e país, por que a minha não podem respeitar? Não sou só uma perna, uma bunda, sou muito mais que isso”.

Para a cantora, a parada Gay tem que pisar de verdade, não ser apenas um Carnaval. “Tem que pisar e deixar a sua marca de verdade”, argumenta. “Eu até aceito um hetero me julgar, mas uma gay é uma vergonha. Me dá uma liberdade para falar o que preciso. Não quero ser chamada de diva. Me chama de militante porque um dia vou te chamar de meu soldado”, define seu lema.

Pepita também anunciou que está gravando um single com Valesca Popozuda, que será lançado em breve. Sem dizer o assunto que vai abordar na música, arrematou: “Vai ser uma surpresa, vocês vão gostar. Vai ser uma música muito bacana”. Para ela, a faixa já pode ser considerada hit pop. “Tudo o que sai da boca da Mulher Pepita vira hino”, acredita.

Pepita não é adepta de ouvir música no celular. “Eu gosto de caixa grande, colocar o som no talo. Quando o vizinho fala: ih, vai começar”. Mas quando está em casa, gosta de ouvir Valesca Popozuda, Maiara & Maraisa, Elis Regina, Jorge Vercilo, Maria Gadu. Mas nada de esperar um banquinho e violão de sua parte. Pepita convidou uma drag, que participou recentemente de “A Fazenda”, para gravar uma nova música. Será que ela vai topar? O nome é “Sou Mulher Evoluída”. Uma dica: “ela ficou linda, mas não mudou o nome”.

Por falar no reality da TV Record, ela afirma que participaria numa boa. Já pensou? Fábrica de memes! “Eu sou muito pé no chão. Esse é o momento da Mulher Pepita… Sabe-se lá se daqui um ano eu vou ter uma história para contar. Fui militante, falei sobre isso e aquilo. Consegui fazer pessoas rirem, algumas mais feliz. Seria uma coisa muito bacana”. As pessoas confundem a origem de seu nome no funk. Ela foi dançarina e daí veio o nome: por causa do funk do Mc Ricardinho. “As pessoas acham que eu caí no funk em dois dias. Tenho história como dançarina do Didô, Cris e Copinho há bastante tempo”, pontua.

Ela comentou ainda a origem de seu famoso “RANNNNNN” e esclareceu que o correto, na música com Lia Clark (“Chifrudo”), é p.. no c* do mudo. “Aquele que não fala. Toma p… no cu e fica quietinho e fica muito feliz”, ri. “É p… no c* onde quiser. Da inveja, do recalque, dos inimigos e do preconceito. A Igreja glorifica de pé”, ironiza. A gente estreia ainda o novo quadro, chamado “Top ou Flop”, com assuntos da semana. Play!

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AGRADECIMENTO
Como na primeira temporada, surgiu de forma natural a conversa regada a muito Doritos, a partir deste episódio, nesta segunda temporada, a marca de salgadinhos da Pepsico mandou um monte de pacote pra gente não ter que se preocupar. Pode acabar o assunto, mas não o Doritos! Olha como a gente tá se sentindo:

Alô alô Thiago Pethit… Em algum programa a gente vai te ligar e você vai ter que falar o nome da marca, hein? hehehe

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Sensualidade não espanta timidez de Tove Lo em Lolla Party, em SP

Inverta as sílabas de seu nome e conseguirá a frase: com amor, para… e foi assim que Tove Lo entregou um show puro amor, ainda que sua presença de palco seja ofuscada pela timidez na primeira das Lolla Parties, que aconteceu na Audio Club, nesta sexta-feira (24.03), em SP.

Rainha do coraçãozinho com a mão, foi chamada de gostosa pelo público, que delirou quando ela mostrou as tetas ou apareceu com uma roupa mais sensual (látex, transparência e pernas de fora) na segunda metade do concerto. Apesar de sua presença de palco ser pouca e não prender a atenção, dezenas de celulares registravam cada segundo da apresentação de pouco mais de uma hora.

Enquanto a semi-apatia da sueca não sabia lidar com o calor dos brasileiros, o público estava afim de cantar as músicas a plenos pulmões. A apresentação seguiu à risca o setlist de seus últimos shows, exceto por “Imaginary Friends”, que caiu fora da seleção que mescla seus dois discos lançados em praticamente um DJ set cantado em cima de um playback*.

Acompanhada por uma banda enxuta e excesso de base pré-gravada, que no coro das músicas fica irritante, a cantora tem o frescor da nova safra. À vontade, ela estava. Arriscou até um obrigado em português e um “eu amo vocês” em sueco. Mas só o tempo vai fazer com que ela se sinta confiante no palco, traçando um verdadeiro diálogo com a plateia.

Tira o pé do chão
O show começou 23h32, acabou à 00h48. O ápice foi em “Keep it Simple”, que ganhou uma versão remixada e transformou a plateia em pista de dança. Ainda que o som do microfone estivesse baixo, conseguiu mostrar sua potência vocal em “What the Fuck Love Is” e “Flashs” (em uma versão mais rocker), mas aí já era tarde demais. Antes do hino “Habits (Stay High)”, apresentou “What I Want For The Night (Bitches)”, sua nova.

Em resumo, o show de Tove Lo é como quando você conhece o crush pela internet e ao ver ao vivo e a cores, pela primeira vez, não rola a química. Mas pode ser que isso mude. Ela tem mais uma chance no palco do Lollapalooza neste sábado (25.03).

*O playback nesse caso é aquela base pré-gravada, com arranjos e que a voz do artista é encorpada umas duas vezes pra reforçar o vocal principal.

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Colaborou: Victor Albuquerque; Fotos: Leandro Godoi/Divulgação (Audio Club).

Tove Lo Setlist Audio Club, São Paulo, Brazil 2017, Lady Wood Tour

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Especial Carnaval: "Sexo sem amor não tem graça", afirma Pabllo Vittar

Enquanto a segunda temporada não chega, a gente traz Pabllo Vittar, a cantora drag que ficou conhecida como a vocalista do programa “Amor e Sexo”, da TV Globo, para falar sobre Carnaval (inclusive, ela foi musa do bloco Pop do K7, em SP no último fim de semana). Junto dela, o DJ e produtor Rodrigo Gorky faz uma participação especial, falando sobre seus próximos trabalhos ao lado da própria Pabllo (o PV 2), além de Alice CaymmiDeise Tigrona e Luiza Possi.

QUEM VOCÊ QUER QUE A GENTE CHAME PARA A 2ª TEMPORADA? OPINE!

Entre amor ou sexo, como diz o programa que ela faz parte, na Globo, ela diz que prefere o segundo. “Sexo sem amor não tem graça. Tem que ter os dois. Eu sou (do signo) de escorpião, se não tiver amor pra mim nem rola”, defende. “Amor não precisa ser aquele que você vai transar hoje e vai casar. O amor está no carinho, no afeto, no jeito que faz o sexo”. Ela concorda que pode haver sexo sem compromisso, mas ainda carregado de amor. Ela adora um daddy (como diz a tatoo em sua perna), mas não desperdiçaria a chance com Shawn Mendes. E olha que ela deixou os apps para 2016, hein?

Nas Rapidinhas, surgiu uma pergunta: Globeleza com roupa ou sem roupa? “Como ela quiser”, brinca. Se ela fosse dona de um bloco de Carnaval, chamaria “Vadia Todo Dia”. Por volta dos 15 minutos… pois é, não tem nome melhor! (Como diz a letra: “Eu não espero o Carnaval chegar pra ser vadia, sou todo dia, sou todo dia”, no feat. com Rico Dalasam). Na sequência, falou que passa mal mesmo é por um crush que ela prefere não revelar.

Por volta de 5m20s, ela ainda respondeu se antigamente preferia os programas da MTV “Fica Comigo” (com a chefa global Fernanda Lima) ou “Beija Sapo” (de Daniela Cicarelli). Se tivesse que escolher entre uma maratona no Netflix ou um open bar, faria um acompanhado do outro. Aproveitou para dar uma dica: está viciada na série de animação “Rick and Morty”, disponível na plataforma de streaming.

Sobre Carnaval, ela comentou se prefere bloquinhos de SP ou os blocos cariocas. O que será que ela respondeu? Lembrando que a gravação foi bem antes de ela participar do bloco Pop do K7, no último fim de semana, em SP. Ainda fala sobre sua experiência no Carnaval de Salvador, no ano passado. Pabllo também teve de escolher entre catuaba e cerveja. Qual bebida combina melhor com essa festa popular? E o melhor: qual filme de diva ela prefere: “Crossroads – Amigas para Sempre”, de Britney Spears, ou “Glitter – O Brilho de Uma Estrela”, de Mariah Carey. No minuto 10!

Entre outros assuntos, a cantora disse que escreveu música para o boy (seria ela a Taylor Swift brasileira?), com qual objetivo levaria uma drag de RuPaul para uma ilha deserta e como gosta de dormir (enrolada como uma serpente. Entenda!). Comentou ainda sobre os haters, o disco novo, o amor pelo Diplo e o desejo de retomar seu Vlog no YouTube.

Até a segunda temporada, que estreia em março!


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SILVA quer ficar longe de carão e diz que enjoou de nude: "recebi tanto"

Lucio Silva de Souza, ou simplesmente SILVA, é o convidado do podcast esta semana, encerrando nossa primeira temporada. O músico acaba de lançar um disco em que canta clássicos de Marisa Monte. Inclusive, ele contou com exclusividade que o lançamento do show no Rio de Janeiro, programado para 2017, terá a participação da musa. O cantor ainda apresentou duas músicas em versões acústicas: “12 de Maio” e “Feliz e Ponto”.

Por conta da produção do disco e divulgação do álbum, além de ensaios do novo show, o artista que ainda mora em Vitória (ES) esteve em SP durante algumas semanas e se viu incomodado pelo carão e o clima blasé. “Gosto dessa coisa tão rara, que é estar no meio de amigos, às 4 da manhã… tenho saído muito em SP e odeio carão. Não tenho paciência”.

img_0170Respondendo se preferia Black Tie ou Nude, ele diz que começaria em um, terminaria no outro. “Eu enjoei de nude, recebi tantos esse ano… no Snap, recebi alguns incríveis, outros nem tanto. Acho legal essa coragem (de mandar foto). Eu demorei muito pra mandar. Viajando, você tem que manter o interesse. Nude é uma coisa que banaliza. Parece que com esse discurso você não manda porque não está com o corpo em dia. Mas até corpos incríveis enjoam”, diz ele. “Sinto falta dessa naturalidade. Às vezes, você bate o olho em alguém e ela é tão incrível, tem a auto-estima tão grande, que vale mais do que um corpo com 0% de gordura”.

Se tivesse de escolher algum artista para homenageá-lo, ele brinca, definiria Ludmilla. “Meu sonho. Sério, ela é mais legal que as outras cantoras porque tem uma parada assim (meio high/low). Do lado da minha casa em Vitória tem funk, escola de samba (Pega no Samba), que é um inferno. Igrejas evangélica e católica, terreiro. É uma bagunça. Quando ela lançou ’24 Horas’, aquilo tocava em todos os cantos. Até minha avó cantava. Ela tem uma parada do gueto, baita compositora e canta pra c… Ludmilla, sou seu fã”.

O cantor falou que detesta ter de responder suas influências musicais e ainda revelou que sua diva pop favorita é Amy Winehouse. Ele prefere Britney Spears a Christina Aguilera e demorou a aceitar e gostar de Ariana Grande. Se pudesse escolher um superpoder, gostaria de poder ler os pensamentos. “Entrar na mente e descobrir o que as pessoas pensam é mais legal (do que flutuar)”, analisa. Ainda que não seja um bom chef de cozinha, prepararia algo para Caetano Veloso.

Dentre todos os tipos de música, ele que tem formação erudita, odeia as de balada Gay. “Tribal é o pior gênero da música eletrônica que ja inventaram”, condena. E com quem ele tiraria uma selfie? Segundo ele, a gente vive para esperar um novo Michael Jackson. “A pessoa que mais se aproxima disso é a Beyoncé, e não tenho essa coisa de diva pop. Tenho admiração pelas pessoas cuja musica é f… Não sou fã da dancinha dela nem do figurino. E sim da sua música. Ela canta pra c…, sempre faz coisas interessantes! Os discos podem nem ser number 1, mas sempre interessantes. Se a visse ao vivo, ia pagar muito pau. Kanye West não ia falar porque acho ele escroto, apesar de ser fã”.

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As Bahias e a Cozinha Mineira fala sobre disco novo e festa das lyndas!

As Bahias e a Cozinha Mineira é a banda convidada do podcast dessa semana. Raquel Virgínia, Assucena Assucena e Rafael Acerbi falaram sobre o processo criativo de seu novo disco, “BIXA”, e – de uma forma leve e sem neuras – todo o lance de aceitação trans. Quem participou, por telefone, foi a também cantora MC Linn da Quebrada, que fez uma pergunta bem capciosa para as vocalistas: “qual foi a transa mais esquisita/estranha delas?” (por volta de 49 minutos). Play!

img_9533Essas duas divas brasileiras falaram de uma forma superdidática sobre aceitação trans, o que elas detestam responder (no quadro Perguntas Esdrúxulas), e como deve ser a abordagem das pessoas que têm dúvidas. “Já perguntaram se mijo sentada ou em pé… Para que você quer saber?”, retrucou Assucena (próximo dos 16 minutos). “É uma novidade (para a sociedade). A gente invadiu lugares que as travestis geralmente não estão. Todas as curiosidades que as pessoas têm em relação a isso, tiram com a gente (ouça por volta dos 14 minutos)”.

No próximo domingo (18.12), elas armam a festa Feshação, com participação de Liniker e Tássia Reis, no Carioca Club, em São Paulo. “A gente quis colocar a galera LGBT para ocupar estes espaços populares porque, quem frequenta são (o público) de Racionais a Mumuzinho. Uma das coisas que a gente lutou foi para que, pelo menos, a pista, fosse uma coisa só (sem divisão de gênero)”, explica Raquel no minuto 55.”A gente quis promover um encontro não só nosso, mas também de uma geração que quer se reunir. É o Réveillon das lyndas”. No dia anterior, encontram Alice Caymmi, no palco do Teatro Rival, no Rio.

img_9536Aos 53 minutos, as cantoras falam do processo de concepção do segundo disco, que ainda não tem data para lançar. Elas estão postando fotos e mais fotos dentro do estúdio. “Nosso segundo disco foi, praticamente, concebido com o primeiro. Foi uma fase de efervescência composicional, deu pauta pra gente”, explica Assussena. “A gente é galcostiniana, que sempre transcendeu esse abismo do que é um e outro. Me sinto completamente corajosa para o terceiro, o quarto. Eu não tenho essa crise, não”, completa Raquel.

No Rapidinhas, por volta de 3 minutos, elas tiveram de mostrar se preferem Minas ou Bahia: “Oxente ou uai?”, “Igreja do Bonfim ou todas as igrejas de Ouro Preto” e ainda se preferem moqueca de peixe ou frango com quiabo. Aos 24 minutos, começa o Caderno de Perguntas… Uma delas lembrou que era afim de um boy no colégio e, durante uma aula de Educação Física, soltou um pum enquanto ele segurava sua perna para um exercício de abdominal… Apostas de quem foi?

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No dia da gravação, Luis Coutinho teve uma emergência familiar e não estava em São Paulo. Vocës vão ouvir que o Rafael teve de ir embora no meio do programa, pois tinha um compromisso. Mas, antes, gravou “Ó, Lua” pra gente. Play!

Um vídeo publicado por Aos Cubos (@aoscubos) em

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"Trava Trava" é da avó, brinca Lia Clark; Pedrowl sonha com Anitta

Lia Clark é uma das convidadas do podcast dessa semana ao lado de seu DJ e produtor musical Pedro Lima. A drag queen e cantora de funk falou sobre seu recente EP, “Clark Boom”, enquanto Pedrowl (como é conhecido nas redes sociais) comentou sobre seus projetos com Jão, o trio O’hearts (do qual faz parte ao lado de Bárbara Ohana e Adriano Cintra (ex-CSS) e Manu Gavassi. Quem participou, por telefone, foi a também cantora Pabllo Vittar, que vai lançar disco em janeiro: “Vai Passar Mal”.

img_9379Por volta de 22 minutos, a cantora de funk santista diz que odeia ter de responder sobre “de onde surgiu o Trava Trava?” (nome de seu primeiro single, hit do último Carnaval). Pedro diz que ela precisa inventar alguma história. E ela retruca: eu sempre falo que estava bêbada e surgiu na minha cabeça.

Mas, a partir de agora, vai começar a brincar: “foi a minha avó que escreveu. Ela tinha um caderno de composições e achei lá”, arrematou.

img_9388Pedrowl sonha em trabalhar com Anitta ou Ludmilla. Ele comentou que sabe que a primeira é fãzoca da faixa “Sauna”, da Banda Uó, produzida por ele. “A Lud é tão perfeita, tenho medo. Musicalmente, a voz da Lud é mais bafo. Tenho medo”, brinca.

Ele acabou de pré-produzir algumas faixas para o próximo álbum de Manu Gavassi, que ainda não foi lançada. “Essas coisas são assim. Já fiz música com a IZA, mas não sei o que vai acontecer”. Lia lembra de ouvir papos de produtor na adolescência, que dizia que trabalharia com determinado artista, mas nunca ouviu a parceria.

Lia ainda brincou de um quiz sobre gírias locais. Ela é de Santos, no Litoral de São Paulo (mesma cidade onde André Aloi nasceu e região onde Victor Albuquerque cresceu), e teve de responder sobre palavras que só existem lá.. Você sabe o que é “cará”, “camelo” e “média”? Ela responde e surpreende até o produtor… E o que é o CPE? No Canal 4, em Santos, é como ficou conhecido um local à beira-mar, chamado centro de paqueras do Embaré (nome do bairro). No Caderno de Perguntas, há questões do tipo: pular sete ondinhas ou pega sete boys no Réveillon? Eles relembram histórias de infância e adolescência…

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Em seu primeiro disco cheio, Pabllo Vittar fez a linha Taylor Swift e escreveu uma música para o boy, chamada “Irregular”. Ainda tem participações da própria Lia, Mateus Carrilho (da Banda Uó) e Rico Dalasam em”Todo Dia”, que a gente mostra um trechinho na voz do rapper.

O álbum ainda tem algumas co-produções de Diplo (que ela chama carinhosamente de marido). Ele também mexeu numas batidas de “Nêga. A música que tem a mão dele é uma de suas preferidas. Se chama: “Então Vai”. Segundo ela, estava com a música pronta e ele resolveu dar uma mexida. Então, nem ela ouviu a versão finalizada. Pabllo ainda entregou o drink favorito de Lia: vodca + suquinho de morango. Play!

 

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