Castello Branco diz: "amar não é um ato, mas manifestação de existência"

Lucas Domênico Castello Branco Gallo, ou apenas Castello Branco, é o convidado do podcast Aos Cubos, no ar nesta terça-feira (07.11). O cantor carioca relembrou dos tempos de monastério (comunidade isolada do restante do mundo), de não conversar coisas sérias sobre mensagem e que seu apelido entre amigos é Carlinha, uma drag bem longe de RuPaul’s Drag Race: mas boa em capinar, fazer aceiro e limpar o estábulo. Além da música, trabalhou com produção de eventos… E, por enquanto, acredita que não tem nada que os selos poderiam fazer por ele que ele não conseguisse conquistar solo.

Em outro momento, falou sobre amor (sem os estereótipos formados pela nossa sociedade): “Não acho que seja um ato, mas uma manifestação de existência. Uma frequência que você sintoniza”. Play!

Em atualização…

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Participam desta edição do podcast: André Aloi, Luis Bemti e Juh de Oliveira. Foto do destaque, na home: André Hawk/Divulgação.
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Manu Gavassi sobre livro inspirado em diários: "só mudei os nomes"

Manu Gavassi é a convidada do podcast número 39, que foi ao ar nesta terça-feira (31.10), especial de Halloween. A atriz e cantora aproveitou a oportunidade para falar sobre o lançamento de seu primeiro livro, “Olá, Caderno” (Rocco, editora de J.K. Rowling e Thalita Rebouças), inspirado nos diários que ela escreveu a vida toda. “Eles eram engraçadíssimos, tenho registro de tudo. Desde criança, quando tinha 6 anos, até os 17 anos, quando estava começando a trabalhar. Estávamos lendo um dia com a família e minha mãe falou: ‘publica isso’ e disse que nem ferrando, pois tenho limites”, recorda.

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Sarah Oliveira afirma que se meteu em briga por causa de Ryan Gosling

Sarah Oliveira comentou no podcast Aos Cubos, divulgado nesta terça-feira (10.10), que que se exaltou em uma discussão por causa de Ryan Gosling. Na entrevista, a apresentadora do “Minha Canção”, da rádio Eldorado, ainda relembrou os áureos tempos da MTV Brasil – de quando foi almoçar com Britney Spears e Justin Timberlake – a relação com os filhos e sua briga com o relógio pelas manhãs. Para ela, até o programa “Encontro com Fátima Bernardes” (que vai ao ar às 10h50, na Globo) é muito cedo.

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Padre fã de Ivete Sangalo divide palco com cantora em show de SP

Uma cena no mínimo inusitada aconteceu na sexta-feira (29.09), no show de Ivete Sangalo no Espaço das Américas, em São Paulo. Um padre, cujos fiéis levaram um cartaz para anunciar a presença dele no show, foi chamado ao palco depois de a cantora ler o aviso. “Você é o farol de Deus para a humanidade”, disse Pe. Anderson à cantora. “Que Deus te abençoe, seus filhos, você transmite Deus para o mundo. Eu te amo, fui em todas as gravações de seus DVDs, só não nos Estados Unidos, que não tive dinheiro. É o 15º show que venho”, elogiou.

“O padre tá molhado de suor”, brincou Ivete. “Bata uma foto ai com ele para ficar bem lindo e ele guardar, mostrar lá na paróquia, avisar ao povo que sou uma mulher direita”, disse ela, agradecendo as orações do pároco, que voltou para beijar e abraçar Ivete. “Tá apegado”, brincou ela, no segundo aperto. No palco, algumas presenças VIP, como Gominho e Viviane Araújo, que subiram ao palco para dançar com a baiana e Isabella Fiorentino, que só apareceu em um post nas redes sociais de Veveta.

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Documentário mostra Lady Gaga sem camadas e bem pé no chão

Por Mateus Neves

Fui ver o documentário de Lady Gaga, na Netflix, acreditando que veria mais uma ação de divulgação de um novo álbum. Mas o documentário “Five Foot Two” mostra uma artista global sem filtros, bem pé no chão. O .doc, realmente participa de um momento estratégico de sua carreira, depois que seu último trabalho foi tomado por críticas.

Porém com um detalhe chama a atenção nesse especial: Stefani Germanotta não é apenas uma, mas todas as facetas e personagens que ela quis ser na indústria pop que, ela ajudou a construir nos últimos anos. A maior prova de que o Frankenstein do pop deu certo é sua apresentação no Super Bowl. O intervalo com maior audiência dos EUA precisava de alguém que soubesse falar de diversidade e diferenças para a massa em forma de entretenimento, e isso Stefani soube fazer.

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“Estou aberta a errar”, diz Lorelay Fox em papo com Maicon Santini

Lorelay Fox e Maicon Santini são os convidados do podcast Aos Cubos, lançado nesta terça-feira (12.09). A youtuber ‘conselheira’ do programa “Amor e Sexo”, da TV Globo, e dona do canal “Para Tudo” sempre se posiciona de forma coerente frente a assuntos polêmicos. “Quero estar aberto aos meus erros. Vejo vídeos do meu início e tem coisas que não falaria hoje em dia”, argumenta Danilo Dabague, que vive a drag queen cujo personagem recebe muitas mensagens de gente falando que seus vídeos servem de material de apoio em escolas. No entanto, estuda lançar um livro sobre a temática.

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Wanessa Camargo: "Posso cantar na boate e no rodeio e está tudo certo"

Wanessa Camargo nega quem diz que ela abandonou o pop para fazer sertanejo. Ela gosta mesmo é de fazer música, seja ela de bater o cabelo na boate ou para curtir uma moda de viola – ao estilo que cresceu ouvindo em casa, graças ao seu pai, Zezé Di Camargo, da dupla com Luciano. “Posso estar na boate e daqui a pouco no rodeio e está tudo certo. Onde me chamarem para tocar minha música, eu vou”, argumenta. Ela é a convidada do podcast Aos Cubos, no ar nesta terça-feira (05.09), onde também fala sobre seu trabalho como embaixadora do programa das Nações Unidas no combate à AIDS (Unaids, leia mais ao fim).

Com o trabalho de divulgação de 33″ (Som Livre) encerrado, a cantora deve lançar um novo single – de material inédito (ainda em escolha de repertório, sem ser um álbum) – até o fim do ano, que ainda não tem nome. “Meu trabalho sempre vai ter pop, eu também sou. Pop é popular. Hoje, essa linha de definição musical não existe. A linha está muito misturada. Tenho músicas no ’33’ que não são sertanejas. Mas, como tem que colocar em um rótulo/prateleira, está lá. Um trabalho pode ser várias coisas”.

Wanessa afirma que adoraria gravar com Rita Lee, Ana Carolina ou Marisa Monte. “Com a Sandy seria muito legal fazer alguma coisa um dia. Tem tanta mulher incrível. Adoro a Anitta (inclusive, em outro momento, ela falou sobre carreira internacional. Vale ouvir!). Eu gosto de todo mundo. Parceria você tem sempre a ganhar. Mas aquela que vai bater no coração, seria Madonna. Com essa, falaria: posso morrer amanhã”. Por falar nela, cantora lembrou a vez em que conheceu sua maior fonte de inspiração. “Gelei, ridícula. Só consegui falar ‘como você está?’. Ai que raiva. A gente ensaia tanta coisa pra falar pra pessoa, chega perto e trava”. Ela também disse que já sonhou que era amiga de Britney Spears e até ajudou a pseudo-amiga. “Calma, vai dar tudo certo”, brinca, lembrando da fase tensa da princesinha do pop, nos idos de 2007.

Parte da geração “Jovens Tardes” – se você é novinho, dá um Google nesse extinto programa da TV Globo -, ela adora ter feito parte dessa era na música. Mas, se pudesse escolher um squad internacional, adoraria ser do grupo de Alanis Morissette. “Não sei porque, mas sou louca nela. Shania Twain, essa galera. Amo a Mariah, mas não sei se faria parte da turma dela, não consigo imaginar. Talvez estivesse abanando ela, como um súdito”, ri. No entanto, compartilha da mesma opinião da vida: “por que eu vou comer sentada, se posso comer deitada?” Wanessa complementa: “Eu como muito deitada, tanto que estou tratando de refluxo. Você não sabe o quanto eu gosto de comer deitada”, gargalha Wanessa.

A cantora adoraria ter um programa na TV, desde que viesse acompanhado de música ao vivo. “Estou achando tão fraquinha a TV, falta qualidade e preparo para receber (performances ao vivo). Eu queria ver mais”, reforça. Wanessa mãe, em casa e na cozinha – e quais receitas sabe fazer – também são temas do nosso papo. Ela participou dos quadros “Perguntas Esdrúxulas, Caderno de Perguntas e Rapidinhas”, além de responder sobre vida pessoal, fama e carreira.

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Embaixadora da Unaids (próximo de 1h17)
Wanessa usa sua fama para levar conscientização e informação às pessoas sobre a Aids (síndrome de imunodeficiência adquirida), espaço pequeno em sua visão. “”Não são todas as mídias que tocam no assunto. A gente tem um desafio muito grande, que é conscientização e empoderamento para o jovem sobre sua vida sexual, de forma saudável e consciente”. A ideia é ainda quebrar os preconceitos e levar informação contra a discriminação contra os portadores do vírus HIV. “A pessoa que se trata direitinho consegue chegar à uma carga viral quase indetectável”, informa. O programa das Nações Unidas foi criado em 1996 e sua função é criar soluções e ajudar os países no combate à AIDS.

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Participam deste podcast: André AloiVictor Albuquerque e Luís Bemti
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"Está chegando o momento", afirma Tulipa Ruiz sobre disco novo

Tulipa Ruiz está separando material do que pretende gravar no quarto disco de inéditas, sucessor de Dancê” (2015). “Tá chegando o momento de mexer (nas anotações), já estou com coceira para começar a fazer”, explica. “Tô pensando nele,  gravo uma coisa esse ano, mas estou entendendo ainda o que vai ser. Sigo em turnê até o ano que vem, quando gravo disco com banda”. Ainda não há uma data, mas um novo single deve vir até o fim de 2017. A cantora é a convidada do podcast Aos Cubos de número 30, no ar nesta terça (29.08).

“Tudo o que vou sentindo, intuindo ou entendendo, recebendo das pessoas, vou armazenando e anotando. E só acesso quando vou fazer o disco. Não vou pensando no disco durante o processo, vou arquivando. Quando chega alguma coisa, não quero nem misturar. Na hora de fazer, pego todos esses símbolos e impressões e começo a fazer um novo disco”. No campo dos sonhos, Djavan é uma parceria que ela “amaria” fazer. “Tenho ouvido muito e é um artista que sempre volto e tem uma discografia atemporal. Seria uma honra”.

Depois de gravar “Prumo”, em italiano (que ficou “Cura di Te”), a cantora diz que tem vontade de fazer versões em outras línguas, mas não sabe se tem potencial de mercado. “Quando a gente foi para o Japão fez ‘Quando eu achar’ em japonês. Eu tenho ido muito ao México, engraçado que o Grammy abriu essa porta para o mercado latino, então, seria interessante gravar uma música em espanhol. E ‘Efêmera’ é uma música latina, a gravação ficou muito bem em espanhol (Efimera), a sonoridade teve muito a ver e a gente está lançando o disco (para esse mercado). Se eu não tivesse, não ia fazer”.

Além de Yoko Ono, que é citada em diferentes partes do programa, Tulipa enumera suas divas: Baby do Brasil, Ná Ozzetti, Gal Costa, Elza Soares… “São mulheres que sou apaixonada, reverencio muito e que moram na minha vitrola. Não tenho nenhuma história engraçada com elas, mas adoraria ter alguma experiência assim com alguma delas”, ri.

Ela falou ainda que o primeiro e o terceiro discos devem voltar a ser produzidos em vinil até o início de 2018. “O legal é que a gente tem lançado e ele tem esgotado porque as pessoas têm voltado a ouvir vinil”.

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Visto GG, você P
Durante o programa, também foi abordado padrões de beleza e relação com o corpo, já que há uma opressão pela magreza, seja ela na música ou na publicidade. “Para mim nunca foi uma questão no mercado ser uma pessoa grande, eu ser plus size”, comenta. “Nunca levantei essa bandeira e nunca sofri por conta disso. Onde eu circulo, sempre fui muito bem recebida. Mas é um saco você ir numa loja e não ter uma roupa para você, é um saco você não ter espaço nas revistas. É um saco a beleza ser uma coisa completamente fechada. E a gente está em um momento muito interessante de empoderamento e aceitação, de poder falar sobre isso”.

No programa, citamos a coluna de Flávia Durante, no UOL, em que ela desmistifica o universo plus size, já que tornou-se referência no assunto. Ela também é criadora do bazar Pop Plus, que promove encontros para que a moda para facilitar a compra de roupas em tamanhos maiores. “Eu vou e já comprei muitas coisas. Recomendo muito porque tem coisas muito lindas e difíceis de achar em lojas de rua ou de shopping”, acrescenta.

Participam deste podcast: André Aloi, Victor Albuquerque e Luís Bemti

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"Até tu, Brutus?"; veja referências do novo clipe de Taylor Swift

Taylor Swift lançou seu novo clipe neste domingo (27.08), “Look What You Made Me Do” – single de retorno para o seu sexto disco “Reputation”, que sai em 10 de novembro. As teorias da conspiração já começam a circular pela internet do que estaria por trás de Taylor clonar ela mesma e enterrar seus “eus” passado. No clipe, a loira ressurge da tumba, participa de um roubo, se vê como rainha em um ninho de cobras, tem um predador natural de estimação (ao que parece, um inofensivo leopardo) e se balança em uma gaiola… Vamos ao que interessa?

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O clipe começa com a cantora enterrando sua reputação… Tudo leva a crer que a referência seja um mural criado pelo artista Lushsux em Melbourne, na Austrália, que anunciava a morte de Taytay depois da exposição da briga dela com Kanye West por Kim Kardashian. Aqui, também surge o pseudônimo que ela usou para escrever o feat. de Calvin Harris com Rihanna: Nils Lorens Sjöberg.

No take seguinte, a cantora está imersa em uma banheira de joias (seriam elas fruto do rouba sofrido por Kim Kardashian durante a semana de moda de Paris, em 2016?).

O cofre fica em uma empresa chamada “Stream.Co”… Seria uma indireta para a roubalheira dos servidos de streamings… No passado, Taylor comprou uma briga tremenda ao liberar suas músicas apenas no serviço de streaming da Apple. Só liberou suas músicas para os outros serviços este ano, justamente na semana de lançamento do “Witness”, de Katy Perry.

E essa máscara da quadrilha que está assaltando o banco… Parece familiar, não?

No mundo pop, Taylor é conhecida como “cobra”. O animal peçonhento faz referência às suas briguinhas, como a com Katy Perry (por causa de dançarinos), Kim Kardashian e Kanye West (por aquela ceninha no VMA de 2009, quando Kanye interrompeu Taylor durante o discurso de melhor vídeo feminino porque ele acreditava que Beyoncé deveria levar o prêmio; e depois porque ela sabia da referência a ela na música “Famous”, do rapper); mais tarde, Taylor também entrou em uma disputa para que “This Is What You Came For”, parceria de seu ex-namorado, Calvin Harris, e Rihanna levasse os créditos por ter escrito e gravado backing vocals. Sem contar as infinitas músicas endereçadas aos ex-namorados…

A frase “Et tu Brute” é uma expressão tirada da peça “Júlio César” (“The Tragedie of Julius Caesar”, do inglês), datada de 1559. Essas teriam sido as palavras de atribuídas a Julio César quando descobriu que Brutus havia conspirado contra o ditador romano. Por falar em traição, talvez por isso ela tenha usado as motos de “Judas”, de Lady Gaga, neste take…

Essa é auto-explicativa, né? O mundo não perdoa o fato de Katy Perry ter um record na Billboard: cinco singles consecutivos na parada americana, mesmo número de Michael Jackson, e não ter conseguido levar nenhum gramofone dourado para casa. No entanto, ela teve 13 indicações (número que aparece no pescoço do pequeno leopardo no banco de passageiro) e, por incrível que pareça, é o número da sorte de Taylor. A premiação também é um marco na carreira delas: única foto em que elas aparecem juntas.

FYI: Sobrou até para Kylie Jenner, que acabou se envolvendo em um grave acidente de carro em Calabasas, Los Angeles, após ter ganhado um carro do namorado. 

Como Taylor não dá ponto sem nó… Não é à toa que ela aparece de laranja (cor que destoava da coleção de Yeezus para a Adidas, em 2016, sempre em tons neutros e crus), com uma tatoo de cobra na perna direita, falando mal de um suposto palco (“your tilted stage”). Mas pode ter aqui outra referência: o circo da mídia… O clipe “Circus”, de Britney Spears, ou “Can’t Be Tamed”, de Miley Cyrus podem aparecer entre as ideias da loira.

Quem não queria ter um grupinho (squad) para chamar de seu? Taylor tem seu próprio e ironiza o fato de todas elas serem modelos, padrões a serem seguidos. Como numa fábrica de larga escala, as modeletes plásticas seguem instruções de Taytay. Na vida real, esse squad é composto por pessoas como a cantora Lorde e as modelos Karlie Kloss, Martha Hunt, Emma Stone, Hailee Steinfeld, Amanda Seyfried, Gigi Hadid, entre outras.

Até Tom Hiddleston, ex-namorado de Taylor, entrou na “brincadeira” do novo clipe. Houve um feriado de 4 de Julho em que o ator apareceu na praia ao lado da cantora e alguns amigos com uma camiseta com os mesmos inscritos. Logo, pipocaram na internet que Taylor preparava sua revanche na separação de Calvin Harris. Mais tarde descobriu-se que se tratava de uma coincidência, pois as iniciais eram do poeta T. S. Eliot, do qual o Loki, de “Os Vingadores” é fã. Ah, e a formação dos garotos do Stiletto (arte de dançar no salto alto) faz referência a “Formation”, de Beyoncé.

No topo da cadeia alimentar do Pop, Taylor criou uma superpersonagem a fim de conseguir enterrar todas as versões dela mesma. Aqui, todas se digladiam para tentar alcançar a Taylor que vem aí com uma reputação inabalável, que não brinca em serviço e pode até ressurgir do lado invertido para acabar com as fofoquinhas do que falam dela.

Essa cena é impagável: uma fútil Taylor fica a par, pelo celular, dos boletos gerados (uma resposta à música “Swish Swish”, de Katy Perry, que fala: ela guarda os recibos). Do lado dela, à esquerda, a Taylor de início de carreira, lá no Country, a da direita é a “garota interrompida” por Kanye West no VMA de 2009.

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