Riachuelo deixa roupas, cama e hora do banho com cara de Star Wars

A Riachuelo está com uma nova coleção! Tem camiseta,  pijama, cueca, toalha de banho, almofadas e até roupas de cama com prints de Star Wars. É assim que a fast-fashion vai preencher nossa vida até o lançamento do filme “Star Wars: Episódio VII – O despertar da força”, com direção de J.J. Abrams e que chega aos cinemas brasileiros em 17 de dezembro.

A nova linha estará disponível em São Paulo a partir da próxima quarta-feira (02.02), com lançamento na loja da rua Oscar Freire, em São Paulo. No dia do lançamento, haverá uma exposição de itens de colecionadores, como réplicas dos sabres de luz e as casas dos personagens Luke e Yoda.

Saca só esses lançamentos: as almofadas custam de R$ 29,90 a R$ 45,90; as camisetas vão de R$ 29,90 a R$ 39,90; os capachos saem por R$ 59,90, assim como os pijamas; e as sambas-canção por R$ 25,90. As colchas vão de R$ 169,90 (solteiro) a R$ 199,90 (casal) e o jogo de cama de R$ 179,90 (solteiro) a R$ 189,90 (casal), além das toalhas de praia infantis, que vão de R$ 39,90 a R$ 49,90.

IMPORTANTE: Quem comprar duas peças ou mais também vai levar para casa um poster exclusivo.

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Uma imagem para definir esses lançamentos:

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[VÍDEOS] Ellie Goulding faz show sob comando de Scarlett Johansson

Ellie Goulding gravou um show especial para uma marca de cartão de crédito, dirigido por  Scarlett Johansson. Foi a primeira vez que ela apresentou as faixas de seu novo disco, “Delirium”, lançado no último dia 6. O show aconteceu na última quarta-feira (11.11), em Nova York e a britânica jogou os vídeos em seu canal no YouTube.

Além de faixas já consagradas, como “Love Me Like You Do” e “Anything Could Happen”, apresentou também os primeiros singles “On My Mind” e “Something In The Way You Move”, e muito mais. Play!
Foto: Reprodução
Ellie Goulding e Scarlett Johansson
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https://youtu.be/K-Hj7eBCq_w

http://youtu.be/oXICJ7PCc9E

https://youtu.be/w2xyn89UeJU

https://youtu.be/PB0zEoXjVU0

https://youtu.be/Snh8-FB_OQw

https://youtu.be/-u8Oxph-_tA

https://youtu.be/ZgR17VvCjxo

https://www.youtube.com/watch?v=fqz5F69maDc

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Primavera Fauna reúne num só dia principais atrações de Novembro

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Quando chega Novembro, os fãs de música alternativa e órfãos do Festival Planeta Terra sempre consideram dar um pulo em Santiago no Chile para conferir o Primavera Fauna. Esse ano não é diferente, e o festival que existe desde 2011 chegou com um line-up incrível que concentra em um só dia, 14 de Novembro, artistas e bandas que se apresentarão espalhados por São Paulo e Rio de Janeiro ao longo do mês, e alguns que nem vão por os pés no Brasil. É o caso do The Cardigans, Simian Mobile Disco, DIIV e o Wild Nothing, grupo queridinho de dream-pop ainda inédito por aqui.

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E se os desfiles do SPFW tivessem notas como os do Carnaval?

SPFW passou e, entre mortos e feridos, salvaram-se todos. É sempre um corre-corre, ainda mais agora com a volta ao Pavilhão da Bienal, distâncias quilométricas entre as salas e os muitos andares (sem falar nos desfiles externos). E eu acho que precisava por pra fora todo o sentimento que gira em torno do maior acontecimento fashionista brasileiro. Daí você me pergunta: Aloi, por quê você está escrevendo de moda? E eu respondo: por que eu não estaria?

Essa foi minha terceira cobertura da semana de moda paulistana e nunca escrevi uma linha opinativa. Sempre minha pautas englobaram as filas A, os bastidores e tudo o que de cultural envolve o evento. Mas, dessa vez, eu queria ter a experiência de ser um blogueiro na semana de moda. Fashion victim que sou, fui até a loja da Levi’s Brasil do shopping Morumbi escolher meu look para ir pra Bienal uns dias antes do evento, cedido pelo Marketing da marca.

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Figurino pronto, nem sabia que – no dia que usaria – também iria para o show da Demi Lovato com a escolha. E eu juro que fico sem entender o por quê de as pessoas escolherem roupas tão exóticas pra ir ao evento. Foi-se o tempo! Eu também não posso julgar… Quem vai pra curtir, vai passar pouquíssimas horas lá. No caso de quem vai pra trabalhar – e passar umas 10 horas se dividindo entre sala de imprensa, backstage, corredores e de salas de desfile – a escolha tem sempre que ser: conforto e beleza. E foi assim foi feita a escolha! Camisa e bermuda…

O sapato também tem que, além de combinar, ser confortável… Optei por uma bota da West Coast do meu acervo (amo essa palavra!) Porque você vai estar exausto quando chegar ao fim, vai reclamar de tudo o que passou. Mas ao mesmo tempo que o sentimento de alívio te consome, você percebe que adora aquela loucura e já pede para que outros seis meses passem correndo pra que você viva essa correria de tirar o sono e destruir seu corpo. Mas que vale a pena… Ainda mais quando, depois de tudo, você consegue emendar uma folga numa segunda-feira (ora nublada, ora ensolarada)

E como SPFW completa 20 anos, poderia mudar a configuração… Poderia ser que nem Carnaval. Grupos especial e de acesso. Um júri especializado define os dias e horários de desfile, quem são os destaques, o lanterninha e quem merece ser consagrado como o Campeão. Porque assim… Sem Gisele Bündchen no casting, tá f*da!

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OLHA QUEM EU ENCONTREI NA DEMI E NO SPFW

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Damien Rice leva público ao delírio com show épico de um homem só

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Fotos de Tatiana Otaka exclusivas para o Aos Cubos

Quem conhece o irlandês Damien Rice apenas pelo ultra-hit “The Blower’s Daughter” poderia imaginar que uma apresentação ao vivo do rapaz fosse majoritariamente romântica. Longe disso. Apesar do número de casais aproveitando o show que Damien fez no Cine Joia na quinta (22), seu complexo repertório é muito mais sobre o inferno que os relacionamentos provocam do que seus momentos felizes.

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Após problemas de som, Spoon triunfa em show solo no Beco

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Fotos por Jozzu Ribeiro, retiradas da página do evento no facebook.

O Spoon é um dos grupos de rock alternativo mais respeitados do mundo e o público paulistano teve duas oportunidades de vê-los no último fim de semana. Pra quem teve que escolher uma delas, se deu melhor quem esteve no Beco 203 no Domingo (18). O Popload Gig com o Spoon e o DJ Set do Holy Ghost funcionou como uma terceira noite do Popload Festival, que aconteceu na sexta e no sábado e onde o Spoon já havia tocado.

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Popload: a refrescada do Iggy Pop, Emicida e Sondre Lerche; fotos!

Aconteceu nesta sexta-feira (17.10), em São Paulo, mais uma edição do já consagrado Popload Festival – conhecido como o paraíso artificial dos hipsters. A gente acompanhou alguns dos shows, e mostra um pouco do trabalho do fotógrafo Anderson Carvalho, que fez esses cliques exclusivos pra gente.

Leia também: Segunda edição do Popload Festival encontra caminho com line-up afiado

O que dá pra dizer sobre a noite de ontem é que o Sondre Lerche mitou ao cantar “San Vicent”, de Milton Nascimento, enquanto Emicida metralhou seus hits. E o Iggy Pop? Ganhou a galera nas duas vezes (pelo menos que eu vi) em que se jogou na plateia. O momento mais épico foi vê-lo cantando “I Wanna Be Your Dog” na segunda música. Scroll!

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IGGY POP
Foto: Anderson Carvalho

Foto: Anderson Carvalho

Foto: Anderson Carvalho

Foto: Anderson Carvalho

Foto: Anderson Carvalho

Foto: Anderson Carvalho

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EMICIDA

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SONDRE LERCHE

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Popload Festival chega com line-up forte e vira queridinho do fim de ano

Belle and Sebastian

Está chegando nessa semana a terceira edição do Popload Festival, formato turbinado do Popload Gig, que já trouxe um sem número de shows incríveis ao Brasil. Pra quem, como eu, é órfão do Festival Planeta Terra e sente falta até de tentativas mais ou menos frustrantes como o Circuito Banco do Brasil e o SWU, o Popload Festival preenche muito bem essa vaga de “festival de fim de ano” com um elenco de muito respeito.

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Entrevista Disclosure: "criamos nossa própria vibe, reconhecem"

Para falar sobre o novo CD “Caracal”, entrevistei o Guy Lawrence, do Disclosure. Uma parte, publiquei no Site RG, e a entrevista completa entrou no Popload, do Lúcio Ribeiro. Também saiu minha resenha do CD na Rolling Stone Brasil. Leia a transcrição abaixo!

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image* Finalmente chega à luz o disco novo da dupla inglesa dance Disclosure, do irmãos Guy e Howard Lawrence. Nova sensação na época do primeiro disco e superconsagrados agora com a chegada deste segundo, “Caracal” lançado hoje, o duo é como o Midas da nova safra da música eletrônica. O que toca, vira ouro. Em parte, é deles o crédito de a dance music estar de volta e com força às rádios.

Guy e Howard, ambos ainda com 20 e pouquinhos anos, chegaram ao status de serem reconhecidos pela própria vibe (com texturas inusitadas e muito sintetizador). “É algo que sempre quisemos ter. É igual você ouvir um cantor e reconhecer a voz de imediato. Gostamos de acreditar que, com a nossa melodia, as pessoas saibam quando é o Diclosure que está tocando”, explica Guy. “Tivemos a vida toda para compor o primeiro disco. E um ano para escrever e produzir este novo. Tentamos esquecer a pressão. É como se estivéssemos voltando para o começo, fazendo música só por diversão”, diz.

Com tantas parcerias louváveis (Sam Smith, Lorde, The Weeknd, Lion Babe…), um artista que eles ainda sonham em trabalhar é Prince: “Seria incrível”. Apesar dos holofotes estarem voltados para os irmãos, eles gostam de manter suas vidas privadas longe do burburinho. “Não somos do tipo Instagram, Twitter ou coisas assim. Nós não queremos ser ‘famosos’, apenas trabalhar com música”, reflete. E o lance de serem irmãos não atrapalha. “Nunca brigamos. Somos melhores amigos.

O mais velho, Guy Lawrence, de 24 anos, falou por telefone com André Aloi sobre o antes muito aguardado – e agora já badalado – novo álbum “Caracal” nas lojas. Confira a entrevista completa abaixo:

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ANDRÉ ALOI – Vocês já têm um estilo definido. Quando a gente ouve uma música do Disclosure, as batidas já entregam que a produção é de vocês. É algo pensado?
GUY LAWRENCE – No Reino Unido, muita gente nos credita por colocar a Dance Music de volta à rádio. Não digo House, mas essa estrutura mais pop, mesclando a House Music com vocal. Então acho que é uma coisa boa ser creditado a isto. As pessoas reconhecem nossa música porque ela é warm, synth e jazz pop, melodias interessantes e ritmos que não soam como a Pop Music comum que ouvimos na rádio. Criamos nossa própria vibe, essa é a coisa boa. É algo que sempre quisemos ter. É como quando você ouve uma música de um cantor, e reconhece pela voz. Eu gosto de acreditar que, com nossa melodia, as pessoas reconheçam a gente com uma identidade própria.

O que mudou nesse CD para o anterior? Muita gente diz que sente a pressão de fazer um segundo CD, há sempre esse estigma. Vocês se identificam mais com esse novo som que criaram em “Caracal”? Acham melhor que o álbum de estreia?
Ouça o novo álbum e me diga você (risos). O processo de feitura do novo disco foi muito similar ao do primeiro. Acho que a razão pela qual as pessoas dizem que é mais difícil conceber o segundo álbum é porque você não tem o mesmo tempo para escrever… Você teve sua vida toda para compor o primeiro. Nós, basicamente, tivemos um ano para escrever e produzir este. Mas foi exatamente o mesmo processo. Tentamos esquecer toda a pressão e a base de fãs que criamos. É como se estivéssemos voltando para o começo só para fazer música por diversão. E foi o que fizemos. E este álbum é melhor do que o primeiro, sim. Digo isso porque as composições são melhores. Conseguimos ter letras mais interessantes, ótimos artistas e cantores participando. As produções se encaixaram. Porque somos jovens, temos mais a oferecer. Há uma progressão natural do que fizemos no primeiro álbum. Fizemos o que podíamos de melhor para entregar aqui.

Como a primeira faixa se chama “Nocturnal”, minha dúvida é: vocês são mais pessoas do dia ou mais notívagos? E como foi a escolha do nome para esse álbum (que tem referência a um gato selvagem)?
Acho que sou uma pessoa da noite, enquanto Howard é mais do dia. A razão pela qual escolhemos esse nome tem a ver com os convidados. Quando se trabalha com diferentes artistas, toda canção tem concepções distintas, uma história diferente. E seria muito difícil nomear o álbum com apenas um aspecto. Já que as músicas falam de coisas diferentes, então pegamos algo que tivesse uma boa visão e fosse interessante. Daí chegamos a esse animal, que achamos bem legal, e é também o animal favorito do Howard. E seria legal colocar a máscara do Disclosure nele. E poderíamos dar a ele esse lado selvagem, dos festivais e clubes noturnos que fazemos…

O que vocês ouviram e que pode ter servido de inspiração para o trabalho novo? Teve algum cuidado especial na concepção deste novo disco que foi diferente da do anterior?
Não tínhamos ideia de como seria o álbum no começo. Compusemos umas duas ou três músicas e daí então tivemos uma ideia para onde iríamos. Mas há uma variedade maior e mais ampla de tempos, texturas. Não há música instrumental. Todas as músicas são tracks vocais, o que é ótimo porque adoramos trabalhar com a voz. Talvez essas sejam as duas principais mudanças do último álbum para este.

Vocês quase não aparecem, não são do tipo que expõem suas vidas pessoais, que circulam as páginas de tabloides nem são cercados por paparazzi. É assim mesmo?
Nós gostamos de manter nossas vidas privadas. Não somos do tipo Instagram, Twitter ou coisas assim. Nós não queremos ser “famosos”. Apenas trabalhar com música.

E como é manter uma unidade, ainda que haja tantos artistas num mesmo trabalho?
Quando trabalhamos com cantores, seja um artista grande ou pequeno, popular ou nem tanto, pode ser do jazz ou de qualquer gênero, o que importa pra gente é a voz, desde que seja boa, que se sobressaia, seja única, excitante. Nós não escrevemos as músicas e mandamos. Eles escrevem junto, vêm ao estúdio, compomos em conjunto. Não há algo como um fator específico. Eles têm que ser ótimos cantores, tem que ser legais… Temos que ser amigos deles. Não queremos “big superstars”, queremos gente bacana. Nós temos o mesmo agente que o Sam Smith. E a Lorde nós a conhecemos quando nos apresentamos juntos numa premiação. Os outros a gente era meio fã ou gostava, então entramos em contato com eles, ou eles conosco, e fomos para o estúdio.

Vocês têm um programa de rádio no serviço de streaming na Apple. Mas você acha que há algum serviço perfeito para lançar música?
Pergunta difícil. Estamos prestes a descobrir, para ser sincero. Mas uma coisa que estamos inovando para este CD, desta vez, é preparar um curta para cada música que lançarmos como single. Cada parte será um trecho de enredo do filme para, no fim, concluir um longa (veja o trailer abaixo). Como temos um programa de rádio na Beats 1, na Apple Music, é um jeito diferente de fazer uma entrega musical para novas pessoas. Mas acredito que cada serviço tem que ser entregue de um jeito diferente, que se encaixe para diversos artistas. Artistas pop, de repente, o melhor jeito é Spotify e YouTube. Para um artista underground, que queira entregar sua música de graça, Vimeo. Há muitos meios. É difícil dizer qual se enquadra melhor com cada artista.

O fato de vocês serem irmãos, ajuda ou atrapalha. Não há um momento em que a intimidade atrapalha? Ou é tranquilo ir para a estrada com o Howard?
Funciona para a gente. Mas não somos irmãos normais Nós nunca brigamos. Se fôssemos irmãos convencionais, acho que seria uma péssima ideia ter uma banda juntos. Somos melhores amigos, saimos bastantes, somos bem próximos.

Hoje vocês são referência no que fazem. Mas há outros produtores de quem são fãs?
Tem um cara em Montreal, chamado Kaytranada, que faz uma mistura de disco com influências hip hop. Hommy, ele faz uma mistura disco bem boa, como DJ também. E tenho ouvido algumas bandas, como o novo do Foals, que é maravilhoso. Lianne La Havas, ela tem um álbum incrível, que está prestes de ser lançado.

Qual a melhor memória do Brasil? Vocês conhecem algo de música brasileira?
Foi tocar no festival Lollapalooza, no autódromo de Interlagos (em 2014), foi muito legal. Foi divertido. Ayrton Senna foi o maior corredor de todos os tempos e eu era muito fã dele. Então tocar num lugar que a gente sabe que ele correu foi mágico. Meu irmão tem ouvido muita música brasileira (pausa no telefone para perguntar a Howard). Antonio Jobim tem ótimas canções.

Se você fosse um jornalista e pudesse perguntar uma coisa para o Disclosure, o que seria?
Perguntaria: Como vocês conseguem ser tão bonitos? (risos).

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A mensagem aos fãs brasileiros é aquela coisa: “animados em voltar”, o que deve acontecer no ano que vem. Sabendo que agora eles começam a turnê promocional lá fora, devem desembarcar no Brasil no primeiro semestre de 2016. 

 

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Calendário dos desfiles para a temporada de Inverno 2016 do SPFW

A semana mais esperada do mundo da moda se aproxima e claro que não podemos estar fora disso, pela primeira vez a gente vai cobrir a São Paulo Fashion Week e nada melhor que ser a temporada de inverno, que particularmente pro Higor aqui é a favorita.

Lembrando que esse ano o evento comemora 20 anos de grande historia e estilo, a temporada de verão que teve no começo do ano foi sensacional com uma exposição de Bob Wolfenson, “Sonhando Acordado”, que conta a historia em imagens das pessoas que ajudaram o cenário da moda nacional durante essas duas décadas e claro foi tudo idealizado pelo Mestre Paulo Borges em parceria com a MMartan.

Agora vamos divulgar as datas e horários. SPFW1

Fiquem atentos no meu snapchat @higorpiccoli e do André @andrealoi que vocês vão ter cobertura ao vivo de todos os dias do evento.

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