Filipe Catto prepara show voz e violão; Bruna Caram quer cinema

Filipe Catto e Bruna Caram são os entrevistados do podcast Aos Cubos desta terça-feira (18.04), no 15º episódio (no ar pela segunda temporada). O cantor revelou que está trabalhando em um show de dois violões, chamado “Over”, que vai estrear ainda este ano. Já Bruna vai correr o Brasil com seu recém-lançado “Multialma” e adoraria se dedicar ao cinema – uma vez que começou o ano nas telinhas, na minissérie “Dois Irmãos”, da Globo.

“Finalmente vou fazer um show que há muito tempo queria fazer. Pedro Sá comanda um dos violões. Não é nem intimista, é absolutamente virtuoso. Tem uma coisa camerística que eu gosto. Estava com saudade do silêncio. Cheio de espaço, ele é tão delicado, chic, que se torna agressivamente over. As letras ficam arranhando a cara da galera”, ri. O repertório ainda está sendo montado, mas vai ser uma seleção de best of e coisas que gosta de cantar em versão minimal.

Já Bruna, que gravou a minissérie global há dois anos, está trabalhando o disco desde o início do ano, quando começou a turnê e tem outros projetos na manga. “Estou escrevendo um próximo livro, ‘Pequena Poesia Passional’, e meu sonho ideal seria ficar na estrada até o meio do ano e pegar um papel no cinema. Gostaria muito mais do que fazer um papel na televisão, mas estou super aberta”, comemora Bruna.

Tanto Bruna quanto Catto preparam-se para lançar clipes. O dele, para “Do Fundo do Coração”, sai no fim do mês. O dela, para “Par” (parceria com Chico César), lança nesta quinta (20.04), com direção de Yuri Pinto (editor de “Dois Irmão” e colaboração de várias pessoas da série. Foi gravado em Paquetá, no Rio de Janeiro. “História de amor romântica, assistam”, explica Bruna.

Logo que começou o programa, Catto teve a ideia de desafiar André Aloi, Victor Albuquerque, Luis Coutinho e Bruna no STOP!, com assuntos que puxou na hora: Meme, filme ruim ou novela, subcelebridade e diva gay. Pra saber quem ganhou, dê o play! Eles ainda participaram dos quadros Perguntas Esdrúxulas, Caderno de Perguntas e Rapidinhas… Também falaram sobre coisas sérias – algumas nem tanto assim.

Entre outros temas, a conversa girou em torno de Sertajo, cena indie, Patrícia Marx, Backstreet Boys, RuPaul’s Drag Race, Gretchen, Família Dinossauros e o vídeo de Maria Bethânia, falando sobre sua adoração por cadernos. Ah, e para Catto, Xuxa e Britney são mitos. Cher não conta, né? Afinal, ele vai comemorar seu aniversário de 30 anos no show da diva mór, em Las Vegas, ainda este ano.

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TOP OU FLOP
Se interessou pelos assuntos do programa desta semana? Veja a lista:

  • https://goo.gl/s7if9i – Campeonato de Pole Dance, na China, quer virar esporte olímpico.
  • https://goo.gl/mkvecl – Metro: lista do Fachin virou line-up do Coachella.
  • https://goo.gl/P0RsxK – Estreia do programa da Tata Werneck no Multishow.
  • https://goo.gl/kkp9rz – 25 expressões da cisma dos brasileiros com cu.
    Site dos menes, menes das coisas com sentimento (ex vinho seco).
  • https://goo.gl/y8gaev – A Matel vai deixar de produzir a amiga cadeirante da Barbie!

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FORTALECIMENTO DA MPB
Entre as perguntas enviadas para discussão, está: “Como a MPB pode se fortalecer?”.
“A MPB precisa fazer isso no seu próprio nicho. A gente não tem que disputar com Mayara e Maraísa. Mas se fortalecer porque falta, para os artistas da nossa geração, ter consciência de que só um trabalho coletivo vai ter penetração no grande mercado. O mercado não vai comprar um artista da MPB. Vai comprar ideia de uma nova cena, renovação”, diz Catto. “Lindo isso. A gente está começando a se unir mais e conscientizar. Essa geração que a gente venera, dos anos 70, era muito unida”, concorda Bruna. Ouça por volta de 1h45!

Filipe diz não se incomodar com antigas comparações com Ney Matogrosso. “É uma questão muito externa. E acho que me compararem com ele é a mesma coisa que compararem a (Maria) Bethânia com a Cássia só porque as duas têm voz grossa. É um elogio que me dão. Estou c… para essa comparação. Adoro o Ney, pra mim é alguém que gosto de estar perto e me interessa enquanto pessoa e artista, mas ele é um alien, um Bowie, uma Cher. Está acima de tudo”. (1h37)


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