Cirque du Soleil volta ao Brasil em espetáculo sobre empoderamento

Depois de quatro anos sem pisar em solo brasileiro, o Cirque du Soleil volta ao País com o espetáculo “AmaLuna” – uma história aspiracional, que trata sobre empoderamento feminino.

Após passagem pelo Uruguai e Paraguai, a tour latino-americana estreia no Brasil em 5 de outubro, no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, onde fica em cartaz até 17 de dezembro. Depois segue para o Rio de Janeiro, quando estreia em 28 de dezembro, no Complexo do Parque Olímpico, permanecendo até 21 de janeiro de 2018.

Ingressos para as apresentações em São Paulo vão de R$ 250 a R$ 450 (veja tabela completa ao fim do texto) e serão comercializados no site Tudus, a partir de 6 de julho, mas clientes do Banco Original contam com pré-venda exclusiva a partir desta quinta (01.06) até o dia 2 de julho. Membros do Cirque Club poderão comprar de 3 a 5 de julho. A bilheteria oficial (sem taxa de serviço) funciona no Shopping Market Place. Em 1º de outubro começa a operar a bilheteria do Villa Lobos. As infos sobre a venda no Rio serão divulgadas no segundo semestre.[hr]

No clique acima, protagonista da montagem, Lili Chao, durante a coletiva de imprensa, nesta terça (30.05), na casa Charlô, em SP; Abaixo, cenas do espetáculo

“Essas duas cidades sempre foram as de maior demanda e esperamos receber gente nesses dois polos. Este é o principal mercado da tour latina americana. Aqui, o fã-clube tem 200 mil pessoas”, explica a diretora sênior de planejamento de turnê, Sthephany Harvey. “Acredito que o espetáculo vá desafiar o público brasileiro, mas as mulheres vão se identificar. Sou mãe de duas adolescentes, me sinto orgulhosa de trazer este produto ao Brasil”.

A produção explica que buscou manter preços acessíveis ao público sem grandes mudanças desde a última passagem. Nas cinco apresentações em anos anteriores, foram vendidos 2,5 milhões meio de ingressos.

Sessões ter. a sex., às 21h (algumas às 17h30), sáb., às 17h30 e 21h. e domingo, às 16h e às 19h30. Parque Villa Lobos – Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2001, Alto de Pinheiros, SP. No Rio: Parque Olímpico – Avenida Embaixador Abelardo Bueno, s/nº, Barra (altura do 5001, em frente ao Terminal Centro Olímpico).


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Cerceau & Waterball
Pela primeira vez, dois números icônicos do Cirque se juntam na mesma apresentação. Nesta leg da tour é que esta junção aparece pela primeira vez, mas logo deve entrar em outros espetáculos do Cirque pelo mundo. Neste ato, a Moon Goddess aparece a Miranda montada em um aro e lhe concede sua bênção com uma canção melancólica. Enquanto Miranda brinca na grande taça, Romeo olha atento. Quando ela mostra sua exuberância, ele se junta a ela na taça, onde brincam, e tentam se beijar.

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Produção
O espetáculo é composto, em sua maioria por mulheres, inclusive a banda que os acompanha. Com 48 pessoas no elenco (mais da metade formada por mulheres), de mais de 20 países – entre elas duas brasileiras -, a história é uma reflexão sobre o equilíbrio do ponto de vista das mulheres. Principais: Prospera, Miranda, Romeo, Cali e Moon Goddess.

A criação quem assina é Fernanda Rainville, enquanto Diane Paulis é a diretora. A cenografia do espetáculo, desenvolvida por Scott Pask, e o texto foram inspirados pela mitologia nórdica e clássicos, como “A Tempestade”, de Shakespeare, e “A Flauta Mágica”, de Morart. O vestuário tem 1200 pecas e todas elas únicas, criadas por Mérédith Caron. Retratam a vida de personagens fantásticos na misteriosa ilha de Amaluna, em algum lugar do Mediterrâneo Essa é será a 33ª parada do grupo, desde que o espetáculo estreou, em 2012, no Canadá.

A trilha, interpretada ao vivo no espetáculo, foi composta por Bob & Bill e traz elementos do rock, como guitarras pesadas, mas com pitada contemporânea com baixo, bateria, violoncelo, vocais, teclados e percussão.

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INGRESSOS

 

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