Cirque du Soleil volta ao Brasil em espetáculo sobre empoderamento

Depois de quatro anos sem pisar em solo brasileiro, o Cirque du Soleil volta ao País com o espetáculo “AmaLuna” – uma história aspiracional, que trata sobre empoderamento feminino.

Após passagem pelo Uruguai e Paraguai, a tour latino-americana estreia no Brasil em 5 de outubro, no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, onde fica em cartaz até 17 de dezembro. Depois segue para o Rio de Janeiro, quando estreia em 28 de dezembro, no Complexo do Parque Olímpico, permanecendo até 21 de janeiro de 2018.

Ingressos para as apresentações em São Paulo vão de R$ 250 a R$ 450 (veja tabela completa ao fim do texto) e serão comercializados no site Tudus, a partir de 6 de julho, mas clientes do Banco Original contam com pré-venda exclusiva a partir desta quinta (01.06) até o dia 2 de julho. Membros do Cirque Club poderão comprar de 3 a 5 de julho. A bilheteria oficial (sem taxa de serviço) funciona no Shopping Market Place. Em 1º de outubro começa a operar a bilheteria do Villa Lobos. As infos sobre a venda no Rio serão divulgadas no segundo semestre.[hr]

No clique acima, protagonista da montagem, Lili Chao, durante a coletiva de imprensa, nesta terça (30.05), na casa Charlô, em SP; Abaixo, cenas do espetáculo

“Essas duas cidades sempre foram as de maior demanda e esperamos receber gente nesses dois polos. Este é o principal mercado da tour latina americana. Aqui, o fã-clube tem 200 mil pessoas”, explica a diretora sênior de planejamento de turnê, Sthephany Harvey. “Acredito que o espetáculo vá desafiar o público brasileiro, mas as mulheres vão se identificar. Sou mãe de duas adolescentes, me sinto orgulhosa de trazer este produto ao Brasil”.

A produção explica que buscou manter preços acessíveis ao público sem grandes mudanças desde a última passagem. Nas cinco apresentações em anos anteriores, foram vendidos 2,5 milhões meio de ingressos.

Sessões ter. a sex., às 21h (algumas às 17h30), sáb., às 17h30 e 21h. e domingo, às 16h e às 19h30. Parque Villa Lobos – Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2001, Alto de Pinheiros, SP. No Rio: Parque Olímpico – Avenida Embaixador Abelardo Bueno, s/nº, Barra (altura do 5001, em frente ao Terminal Centro Olímpico).


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Cerceau & Waterball
Pela primeira vez, dois números icônicos do Cirque se juntam na mesma apresentação. Nesta leg da tour é que esta junção aparece pela primeira vez, mas logo deve entrar em outros espetáculos do Cirque pelo mundo. Neste ato, a Moon Goddess aparece a Miranda montada em um aro e lhe concede sua bênção com uma canção melancólica. Enquanto Miranda brinca na grande taça, Romeo olha atento. Quando ela mostra sua exuberância, ele se junta a ela na taça, onde brincam, e tentam se beijar.

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Produção
O espetáculo é composto, em sua maioria por mulheres, inclusive a banda que os acompanha. Com 48 pessoas no elenco (mais da metade formada por mulheres), de mais de 20 países – entre elas duas brasileiras -, a história é uma reflexão sobre o equilíbrio do ponto de vista das mulheres. Principais: Prospera, Miranda, Romeo, Cali e Moon Goddess.

A criação quem assina é Fernanda Rainville, enquanto Diane Paulis é a diretora. A cenografia do espetáculo, desenvolvida por Scott Pask, e o texto foram inspirados pela mitologia nórdica e clássicos, como “A Tempestade”, de Shakespeare, e “A Flauta Mágica”, de Morart. O vestuário tem 1200 pecas e todas elas únicas, criadas por Mérédith Caron. Retratam a vida de personagens fantásticos na misteriosa ilha de Amaluna, em algum lugar do Mediterrâneo Essa é será a 33ª parada do grupo, desde que o espetáculo estreou, em 2012, no Canadá.

A trilha, interpretada ao vivo no espetáculo, foi composta por Bob & Bill e traz elementos do rock, como guitarras pesadas, mas com pitada contemporânea com baixo, bateria, violoncelo, vocais, teclados e percussão.

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INGRESSOS

 

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“Wicked” estreia em março, em SP; conheça elenco brasileiro

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“Wicked – A História Não Contadas das Bruxas de Oz“, um dos espetáculos mais famosos da Broadway, desembarca no Brasil dia 4 de março, no Teatro Renault, em São Paulo. Enquanto os figurinos e cenário ainda estão ganhando forma, a gente apresenta o elenco da montagem tupiniquim. Myra Ruiz interpreta Elphaba e Fabi Bang, Glinda – a Bruxa Boa do Sul.

No papel de Fiyero, os atores Jonatas Faro e André Loddi revezam. Completam o elenco principal: Adriana Quadros (Madame Morrible), Giovanna Moreira (Nessarose), Bruno Fraga (Boq) e César Mello (Doutor Dillamond). A diretora local é Rachel Ripani, que anteriormente assinou a tradução de “O Rei Leão”.

lisa leguillou_diretora-3Ao todo, 34 atores fazem parte do casting, que teve seleção da americana Lisa Leguillou, baseada na direção original de Joe Mantello – ganhador de dois prêmios Tony, considerado o Oscar do teatro. “É desafiador encontrar bons atores e cantores porque as músicas são muito complicadas”, revela. “Foi espetacular (a seleção). Todos que vieram, eram ótimos. Não imaginei que seria tão difícil. Tivemos de pedir para eles voltarem várias vezes”. Ela compara a dificuldade de escolher os atores à montagem original, de 12 anos atrás.

Segundo Lisa, o maior desafio foi encontrar a química entre as protagonistas. “Foi instintivo. No piano, espiei como elas respondiam uma a outra. É algo que não dava pra ensinar. Elas tinham uma ótima energia. A energia aqui tem uma paixão que é muito única. Diria que este casting é o mais único que escolhi”, elogia. “Tenho de dizer que foi uma surpresa porque achei que seria difícil por causa da voz. Mas fiquei impressionada com a técnica vocal deles. Sabia que seriam bonitos, bons atores, mas bons cantores, foi uma surpresa”.

Com 10 anos dedicados ao teatro musical, Fabi Bang interpreta Glinda. Ela diz que era seu sonho participar dessa montagem que começou na Broadway. Inclusive, já havia assistido em Londres há alguns anos.”Você já quis muito uma coisa? Foi isso. Nossa, eu quis muito e conquistei”, comenta, referindo-se ao papel e também ser protagonista. “Eu me sinto merecedora de uma protagonista há muito tempo. Era um passo muito importante que queria dar na minha carreira e ele veio com a Glinda, que é o personagem dos sonhos”.

Ela afirma que talvez os produtores já estejam olhando para ela com uma veia cômica, que é um traço forte de sua personalidade. “Sou uma pessoa naturalmente engraçada”. Assim como comentou a diretora, as duas atrizes estão fortalecendo uma amizade improvável – que começou há uma semana. “A gente está muito conectava”, comenta Fabi. “São dois papeis que toda mulher sonha em fazer. Ela sempre fala pra mim: está acontecendo, é a gente”, expressa Myra, a outra protagonista, que interpreta Elphaba.

Em seu primeiro papel desta magnitude, Myra Ruiz – que aos 22 anos tem cinco dedicados ao teatro musical – pretende se guardar fisicamente para aguentar a três horas de maratona, semanalmente, de quinta em diante. Sábado e domingo, por exemplo, tem sessão dupla: “fim de semana, a gente chega depois do almoço e vai embora meia-noite”.

Ela garante que já assistiu ao espetáculo na Broadway cinco vezes, a última foi agora no Natal, sabendo que estaria na peça brasileira. Soube desde os 15 anos que queria esse papel: “ Elphaba é muito bocuda. Fala tudo o que ela quer, briga com todo mundo, discute. Apesar de coisas boas e ruins acontecerem na vida dela, amadurece e aprende a ser uma mulher mais controlada. Não sou boca dura, mas falo muita coisa que depois penso: ‘não deveria ter falado’. Estou aprendendo a me guardar um pouquinho mais, falar coisas certas nas horas certas e ouvir mais”, finalizou.

Assista à adatação de “One Short Day” no ensaio aberto:

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andre-loddi-e-jonatas-faro-1DOIS ATORES, UM FIEYERO
Jonatas Faro interpreta Fiyero (revezando com André Loddi). Mas não é sua estreia em musical. Participou de outra montagem, no Rio, em 2010. “Como ‘Hairspray’ era um musical muito grande e fazia o protagonista, estava vendo uma hora boa de voltar com um papel interessante”, diz o ator carioca, que deve retornar às telas da TV no segundo semestre de 2016, e até lá vai ficar na ponte-aérea. “Sou fã. Já assisti três vezes na Broadway e duas em Londres. Nesta última, um dos atores era brasileiro, me reconheceu, e me levou para fazer um tour nos bastidores”, comemorou.

Loddi garante que, tecnicamente é muito interessante esse trabalho de alternância. “A gente constrói junto porque assiste ao outro, e isso é um privilégio. Além de ser menos desgastante, te permite ter um olhar de fora, poder ver o papel na outra pessoa”. Outro fã de carteirinha do musical – tinha até camiseta oficial -, já assistiu ao espetáculo três vezes (NY, Londres e São Francisco). Ele, que participou de “I Love Paraisopolis”, em 2015, fala do retorno aos palcos: “foi um ano intenso, num gênero que não dominava, um lugar de risco, sendo visto pelo País todo. De volta aos palcos, é como se estivesse voltando pra casa”, pontuou.

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De acordo com o diretor comercial e de marketing da T4F, Geraldo Rocha Azevedo, nenhuma adaptação foi feita por conta da crise econômica. “A produção está sendo feita do jeito que ela foi montada originalmente. Apostamos que esse conteúdo tenha a atratividade necessária para poder ficar em pé com o tipo de investimento que fizemos. É uma superprodução”, explica. “Não houve nenhuma adaptação. Produção Broadway total”.

Azevedo comentou ainda que produções já adquiridas pela T4F e anunciadas em 2012, como “A Pequena Sereia” e “Mary Poppins”, foram adiadas por questões estratégicas. “Surgiu a oportunidade. ‘Wicked’ é um musical das maiores bilheterias, muita atratividade. Por uma questão estratégica, optamos por trazer agora”. No entanto, não se sabe ao certo quanto tempo o espetáculo ficará em cartaz. Há ingressos à venda até o fim de maio. Ele espera que haja fôlego para estender a temporada até o final do ano, repetindo sucessos de “O Rei Leão” e “Mudança de Hábito”. “Acreditamos muito nesse conteúdo”, arremata.

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“Musical me obriga a estudar e correr atrás do prejuízo”, destaca Miguel Falabella

Miguel Falabella volta para os palcos nesta quinta-feira (20.08), na versão brasileira do musical “Antes Tarde do Que Nunca” (“Nice Work If You Can Get It”), da Broadway. Após muito tempo dirigindo e produzindo, ele retorna aos palcos, e diz que sua vontade é aprender cada vez mais. “Quero ficar igual à Bibi Ferreira. Melhorar, melhorar, melhorar e morrer no palco”. Ele diz isso porque a memorável atriz, aos 93 anos, continua na ativa.

Cena Antes Tarde do que nunca-9Aos 57 anos (completa 58 em outubro), vive um playboy envelhecendo na adaptação que ele mesmo conduziu. “Fazer musical é maravilhoso, me obriga a estudar e me colocar em movimento, correr atrás do prejuízo… a fazer aula de canto desesperadamente, aprender a dançar, a me mexer, me manter magro, que é o mais difícil. O musical me obriga a me manter em forma, vivo, estudando, que é fundamental”, desabafa. “Fiz um acompanhamento com Pedro Lima, de aulas de canto. É muito legal e bom chegar na minha idade e estar estudando alguma coisa e aprendendo, e dizendo: ainda posso aprender mais”.

O ator explica que, ao terminar de gravar o ‘Pé na Cova’ (seriado da TV Globo, que roteiriza e protagoniza), poderia tirar um ano sabático, mas optou pelo aprendizado. “Acho que a gente não faz nada sem disciplina. Eu sou profundamento disciplinado. Perdi 15kg. Falei: não como mais glúten. Adoro fumar, mas não posso. É militar! Ninguém ‘tá’ me obrigando, é um desafio… Aprender as coreografias é complicado para quem não dança. Você tem um elenco de bailarinos profissionais e, se você fizer errado, vai todo mundo ver. É uma exigência todos os dias”, emenda, explicando que é bom sentir frio na barriga outra vez.

Cena Antes Tarde do que nunca-23

Sua maior dificuldade, na tradução, foi encontrar frases musicadas que combinassem com o português, vindas do inglês. “Acho que eu consegui. Agradeço ao meu motorista porque no trajeto da minha casa ao Projac (cerca de uma hora diária), o coitado escutou”, riu. “Ficava do lado dele contando as sílabas nos dedos. Quando voltei de uma viagem, ele me disse: ‘Oh, seu Miguel, estava com uma saudade dos dedinhos”, comentou, gargalhando.

Ex-companheira de “Hairspray” (adaptação assinada por Falabella em 2010), Simone Gutierrez é o par romântico de Falabella após a desistência de Andréa Beltrão e Alessandra Maestrini . “Eu sou um paranoico às avessas. Eu sempre acho que a vida tá aqui para dar certo (…) Tinha que ser uma coisa muito improvável, que as pessoas digam: isso não junta, isso não dá beijo na boca. E, no final, dá um grande beijo e é uma alegria muito grande estar do lado dela”, resume.

A história conta a história de um playboy completamente alienado que conhece uma contrabandista que nunca amou nem nunca fui beijada. “Pela idade, meio social… Aquilo jamais daria certo e dá! Um é o amor do outro. É uma fantasia romântica, embalada pelas inacreditavelmente lindas músicas de George e Ira Gershwin”. A produção foi uma indicação da coreógrafa Fernanda Chamma e é a primeira produção dele com a Time For Fun (T4F).

Miguel Falabella e Simone Gutierrez

DIRIGINDO UM DIRETOR
“É a primeira vez que dirijo um diretor”, brinca José Possi Neto, que assina a montagem. “O Miguel é um homem de uma inquietação. São 360º de percepção o tempo inteiro e o prazer de provocar o outro ator. Quem contracena com ele tem que estar ligado e vivo. Quem dirige ele, também, pra saber assimilar isso e jogar no espetáculo”, reforça.

Possi diz que sua função, enquanto diretor, é criar a melhor moldura para um elenco, situar muito bem um texto, conseguir – através dessa estética – comunicar ao público a mensagem. “Por incrível que pareça, não senti que tivesse carregando o espetáculo nem no primeiro dia. Isso não quer dizer que foi fácil. Tudo é muito trabalhoso e difícil. Tem coisas que dão certo e errado, mas tem um objetivo que se impôs porque houve uma leveza no trabalho”.

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SERVIÇO
Miguel Falabella no musical “Antes Tarde do que Nunca”
De 20 de agosto a 25 de outubro
Teatro Cetip – (Rua dos Coropés, 88 – Pinheiros)
Horários: quintas e sextas, às 21h; sábados, às 17h e 21h; domingos, às 17h.
Duração: 150 minutos em dois atos (com intervalo de 15min).
Ingressos: de R$ 25 (meia-entrada) a R$ 230.
Capacidade: 627 lugares.
Estacionamento terceirizado com manobrista
Classificação Etária: livre. Menores de 12 anos acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

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Em musical, Mariana Rios prepara EP: “melhor fase da minha vida”

memorias de um gigolo paprica fotografia bMariana Rios estreia, nesta sexta-feira (10.07), como uma das protagonistas do musical “Memórias de um Gigolô” ao lado de Marcelo Serrado e Leonardo Miggiorin. Ela também se prepara para lançar um EP, chamado “Reach Me”, com as quatro faixas produzidas por Rick Bonadio, e será distribuído em agosto pela Som Livre, apesar de Independente.

“É uma outra parte que me realiza totalmente”, diz sobre a gravação, e explica que, apesar de suas faixas falarem sobre amor e sofrimento, o coração tem que estar bem para compor. “Tô ótima, acho que estou na melhor fase da minha vida. Tô realizada no meu trabalho, na minha vida profissional, sentimental. Está tudo maravilhoso”, reforça ela, que namora o empresário Patrick Bulus.

O primeiro single, que dá nome ao álbum e terá clipe lançado em breve, discorre sobre um ciclo sentimental. “Não falo coisas que aconteceram comigo, mas temas. Quando sento pra compor, construo a história em cima disso. Então tenho que estar bem, tenho que estar pra cima, tenho que querer estar no piano”. A escolha do inglês também é um sinal, uma vontade de se lançar internacionalmente: “Não é uma coisa pra agora. Tem muito que trabalhar por aqui ainda”.

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Mariana diz que a música veio antes da atuação e apresentação (ela está no ar com o “Superbonita”, no GNT), e fazer um musical é uma realização. “É você conseguir ser reconhecida pelas duas coisas mais gosta de fazer. Hoje, nesse musical, eu me realizo. Faço tudo o que mais amo fazer”, comenta.

Nos preparos para a peça, ela e o elenco passaram quase três meses imersos. “Dá trabalho você fazer uma coisa que você não gosta. Aí dá um trabalho porque fica numa dificuldade… Quando faz o que você gosta, nada é trabalhoso. A gente fica aqui ensaiando 10 horas”, explica, ressaltando o trabalho da equipe de apoio técnico ao diretor Miguel Falabella, que ajudaram na composição.

A Guadalupe, diz ela, tem um pouquinho de sua personalidade em alguns momentos. “Ela é muito determinada, sabe o que quer. Se tem dois amores, sabe o que quer tirar dali. Se vai embora, é porque quer ir. Então ela tem essa determinação e eu sou assim”.

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Mas esse não é seu primeiro musical. Abençoada por uma voz doce e de timbre forte, Oswaldo Montenegro foi seu guia musical por três anos na companhia “Os Menestréis”. “Meu grande mentor, me passou a essência de tudo. Se hoje eu consigo fazer alguma coisa, e fazer diferente, e principalmente ter profissionalismo, vem muito do que ele passava. A metodologia era muito afiada e afinada. Quem soube aproveitar, está aí até hoje”.

Não é? Contratada da Globo até 2017, tem projetos de música até 2016. Mas, provavelmente, deva voltar a fazer novela no início do ano que vem.

SERVIÇO
“Musical Memórias de um Gigolô”
De 10 de julho a 30 de agosto de 2015
Teatro Procópio Ferreira
Rua Augusta, 2823 – Cerqueira César, SP
Horários: Quinta 21h; Sexta 21h30; Sábado 18h e 21h30; Domingo 18h
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Um vídeo publicado por André Aloi (@aaloi) em


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Por André Aloi, especial para o Site RG (Foto: Divulgação)
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"Mudança de Hábito" estreia em SP antes de voltar à Broadway

SITE_RGPor André Aloi, especial para o Site RG (Fotos: Rafael Koch Rossi/Divulgação)
O texto abaixo é uma reprodução; veja a publicação original

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A adaptação brasileira para o teatro de “Mudança de Hábito” (“Sister Act”) estreia na quinta-feira (05.03), no Teatro Renault, em São Paulo.

O musical – que esteve na Broadway em 2011 – retoma a temporada americana em maio depois de ser vista por mais de 5 milhões de espectadores entre Londres, Alemanha, Itália, França, Áustria e Espanha.

Na manhã desta segunda-feira (02.03), a T4F reuniu a protagonista da adaptação, Karin Hils, e a equipe técnica brasileira, como a diretora de teatro e exposições da produtora, Stephanie Mayorkis, a diretora e coreógrafa, Fernanda Chamma, e a diretora musical, Vânia Pajares, para apresentar três cenas: “Pro Paraíso”, “Se Eu Achar Você” e “Espalhar o Amor”.

A equipe internacional de associados, como o diretor Steve Beckler e a coreógrafa Francis Chiapetta, também participou da conversa. Beckler brincou que a diferença entre as montagens do Brasil e dos outros lugares é só no clima: “aqui é mais quente”.

Ele também falou empolgado sobre o trabalho com o time brasileiro. “Não poderia ter sido melhor. Dirigi o tour americano e o da Europa, e há sempre um ou outro ator que é um problema. Não em comportamento, mas fazendo espetáculo. Aqui, escrevi para o Jerry Zaks (diretor) porque não queria que ele tivesse uma surpresa quando chegasse. ‘Eles são incríveis’, dizia toda semana. Quando chegou, concordou comigo e se sentiu muito mais feliz que nos outros lugares”.

France acrescentou que problemas no ensaio acontecem, é normal, mas a diferença é que eles acharam “incrível” trabalhar com o elenco nacional. “O que me marcou foi o entusiasmo deles. Quando estavam tendo dificuldade em alguma coisa, durante o processo de ensaios, continuavam trabalhando e se ajudando. Sempre muito positivos e divertidos”, destacou.

ELENCO
Com Adriana Quadros (madre superiora), Cesar Mello (Curtis Jackson), Thiago Machado (Eddie), entre outros, o elenco tem trabalhado entre oito e dez horas por dia desde 5 de janeiro. Na equipe criativa, a produção internacional é da própria Whoopi Goldberg, que eternizou a Deloris nos dois filmes da franquia, nos cinemas.

Os textos e piadas foram adaptados por Bianca Tadini e Luciano Andrey, que deram um tom de humor brasileiro às piadas e diálogos cômicos.

PRÓXIMAS ATRAÇÕES
As próximas produções no catálogo da T4F estão “Antes Tarde do que Nunca”, com Miguel Falabella, que estreia no segundo semestre no teatro Cetip (dentro do Instituto Tomie Ohtake), “Mary Poppins” e “A Pequena Sereia”.

As duas últimas da Disney ainda não têm data para estrear, dependem inclusive do sucesso de “Mudança…”, que fica em cartaz até julho caso a temporada não seja renovada.

ENTREVISTA
Karin Hils falou sobre seu encontro com sua diva Whoopi Goldberg, nos Estados Unidos, a volta para São Paulo depois de um ano morando no Rio de Janeiro, por conta de seus trabalhos na TV, e se já teve vontade de cantar em um coral de Igreja antes de receber o roteiro. Nosso papo será publicado na quinta-feira (05.03), dia em que estreia a montagem em São Paulo. Não perca!

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Judas sobresai em musical Jesus Cristo Superstar, em SP

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Imagine um Judas de longos cabelos negros, coturno, com um jeans esgarçado. Não, não estou falando do personagem do clipe homônimo de Lady Gaga, mas do antagonista do musical Jesus Cristo Superstar, interpretado por Alírio Netto. É ele quem dá vida à ópera-rock, que termina neste domingo (1) em São Paulo, no teatro do Complexo Tomie Ohtake, na capital paulista.

Com pinta de roqueiro, e voz de metaleiro, o personagem de Alírio (vocalista da banda Age of Arthemis, e que já tinha vivido Jesus na montagem da peça no México, em 2001) não poderia ser o destaque se não fosse a tríade que o complementa: Jesus, vivido por Igor Rickli, e Maria Madalena, interpretada por Negra Li.

JESUS CRISTO SUPERSTAR 2 - DNG

Se Judas é o bad boy, Jesus por sua vez não é um condescendente, como mostram os inscritos bíblicos: tem pinta de galã, e acima de tudo, é um personagem forte e guerreiro. O musical tem ar riponga, muito por conta do filme lançado na década paz e amor (1970), que serviu de inspiração para a montagem da Broadway, mas é mais pesado e rock ‘n’ roll do que a versão original.

Sem milagres no currículo, a história de Jesus na trama é a mesma contada na bíblia: a última semana do filho de Deus na Terra Santa. Mas adicione a isso um lado mais lúdico, que remete a sonhos, espetáculos de luzes, fumaças, uma Harley-Davidson e dançarinos seminus. Pronto! Taí a receita para deixar calquer instituição cristã de cabelo em pé!


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Jesus Cristo Superstar
Teatro do Complexo Ohtake Cultura
Rua dos Coropés, 88 – Pinheiros
Capacidade: 627 lugares
Duração: 130 minutos dividos em dois atos (com intervalo de 15 minutos)
Classificação: Livre

JESUS CRISTO SUPERSTAR 2 - DNG

 

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Em SP, “O Rei Leão” estreia com previsão de estender temporada

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Primeiro musical montado no Brasil em  parceria da T4F (Time 4 Fun) com a Disney Theatrical Group (DTG), “O Rei Leão” estreia só na quinta-feira (28), mas já tem planos de expansão da temporada – prevista para durar nove meses. A informação foi dada pelo presidente da T4F Musicais, Fernando Luiz Alterio, na manhã desta segunda-feira (25) na última etapa de divulgação da produção, em coletiva de imprensa para jornalistas de todo o país.

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Musical O Rei Leão: assista ensaio aberto de "Ciclo da Vida"

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Está chegando! 28 de março estreia a adaptação brasileira do musical da Broadway “O Rei Leão”, um dos espetáculos mais esperados dos últimos anos. O elenco e a equipe do musical foram apresentados à imprensa no fim de Janeiro com algumas presenças ilustres, como a de Gilberto Gil, escolhido pra readaptar as letras do musical, e o diretor internacional de entretenimento da Disney, Felipe Gamba. Extremamente empolgado com a adaptação brasileira, Felipe disse que sempre foi obcecado por levar O Rei Leão para a América do Sul – ele é colombiano – e confessou que Julie Taymor, diretora original do musical, está especialmente feliz com o elenco brasileiro, fruto de uma seleção que durou meses e passou por vários cantos do país.

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Fotos gentilmente cedidas pela T4F

O musical da Broadway “O Rei Leão” só estreia no Brasil em março de 2013, mas jornalistas tiveram a oportunidade de conferir um sneak peak da produção, ainda que sem cenário, mas com os artistas originais e um coral nacional em uma coletiva de imprensa organizada pela T4F, nesta terça-feira (2), no Teatro Abril, em São Paulo. Participaram da conversa Thomas Schumacher (presidente do grupo Disney Theatrical) e Julie Taymor (direção, figurino, co-design de máscaras/fantoches e letras adicionais) do espetáculo, além de Gilberto Gil – responsável por adaptar as letras do musical ao português. Os representantes da Broadway participam, ainda esta semana, da rodada final de seleção dos atores que protagonizarão a montagem, que passou por fases eliminatórias em três capitais. O elenco, muito possivelmente sem rostos conhecidos pelo público, deve ser anunciado em janeiro.

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