Ed Sheeran põe estádio no bolso com show one-man-band, em São Paulo

(Imagens gentilmente cedidas por Francisco Cepeda)

Se você viu o curta “One Man Band”, da Pixar, entende a premissa de um show de Ed Sheeran. É só ele e o violão no palco (uma só vez entra em cena uma guitarra psicodélica). Mas a grande estrela é um pedal que reproduz em loop trechos gravados (seja da viola ou da boca). Na animação da Pixar, o músico tem de se firmar perante um novo homem-orquestra, e se sente ameaçado para conseguir as gorjetas da cidade medieval. Mas, no caso de Edinho (como os fãs chamam carinhosamente o britânico), a hegemonia está longe do fim.

Ainda que, antes de começar, a arquibancada gritasse “fecha o buraco”, apontando para a pista premium, o ruivo de 26 anos fez show para um Allianz Parque lotado neste domingo (28.05), em única apresentação na capital paulista. A pontualidade foi britânica: faltava um minuto para o início previsto do show e ele já estava a postos com “Castle on the Hill” – do recém lançado “÷” (Divide), que teve 57 milhões de reproduções em um único dia no Spotify, no lançamento, em março de 2017.

No palco, Ed se sente à vontade para cantar, tocar, batucar e ainda conversar com o público. A timidez é nítida, mas o carisma sobressai. “Sei que amanhã é segunda-feira, mas vamos fingir que hoje é sexta e curtir até ficar rouco? Mas não vale de gritar, tem que cantar”, propôs. E colocou lenha na rixa Brasil x Argentina: “Eles cantaram muito alto (em menção à faixa que leva esse nome). Estão preparados para sair daqui sem voz?”, brincou. O público se dividiu entre gritos e vaias na cutucada direcionada à rusga com os hermanos. “É muito legal vir de onde vim e ver uma plateia animada como essa e que sabe cantar as letras. Eu amo o Brasil”, disse em outro momento.

Enquanto o atual single “Galway Girl” foi uma das mais cantadas, as músicas melosas – sem surpresa – foram as que mais funcionaram com o público. Ele ficou nitidamente envergonhado quando começou a tocar “Give Me Love” e as pessoas tomaram as rédeas do vocal. Ainda que o rubor fosse quase imperceptível pela sua ruivez, os trejeitos o entregaram. Não à toa! A faixa foi trilha sonora de “Malhação” (2013) e embalou muitas cenas de Martin (Hugo Bonemer) e Micaela (Lais Pinho) nas tardes da Globo.

Na aguardada “Thinking out Loud” foi o único momento que Ed trocou o inseparável violão (que a cada música vinha com alguma referência aos álbuns: desenhos dos símbolos de dividir e de multiplicar) por uma guitarra colorida. “Bloodstream” surpreendeu pelo momento de catarse, mas o clichê de “Photograph” encantou: o público empinou seus celulares com o braço e os casais se admiravam embasbacados, prontos para se beijar.

Claro que o bis teria que vir com a música mais executada no Spotify em 2016: “Shape Of You”. Mas ela é mais um adorno em um setlist recheado de sucessos que você nem imagina que conhece, como a inacabável “You Need Me, I Don’t Need You” – a última do setlist, cujo destaque vai para a céltica Nancy Mulligan, que fica na cabeça.

Se você não conseguiu acompanhar nem pelos Stories no Instagram dos amigos, logo Edinho volta. Pelo menos, prometeu. No bis, trocou a camiseta escrito Hoax (boato, em inglês) pela camisa da seleço brasileira de futebol, da CBF, e estava envolto na bandeira do Brasil. Isso de amar o Brasil não deve ser historinha de gringo… O lance é esperar!

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INSPIRED: Os 29 melhores looks do Glastonbury Festival 2015

Uma coisa que há neste blog é democracia! Enquanto as pessoas se perguntam “por que mostrar looks masculinos e femininos ?”, eu me pergunto “por que não mostrar?”. Reuni os melhores looks do festival Glastonbury que aconteceu de quarta (24.06) passada até domingo (28.06), na Inglaterra.

Por ser um dos eventos mais modernos, cheio de fashionistas, eu não poderia deixar de passar aqui e mostrar pra vocês os meus looks favoritos. Algo que deve ser levado em conta é a coragem das pessoas que vão ao festival. Elas não têm medo de apostar em nada extravagante: de galochas até casacos de pele.

Uma dica pessoal: salve sempre os looks que vocês gostem em alguma pasta no computador ou no celular e quando forem comprar alguma peça, olhem nas pastas e se inspirem para combinar e montar outfits incríveis.

Agora deem uma olhada na galeria de fotos que separei a dedo para vocês se inspirarem! (ou até copiar, nosso segredo 😉 )

 

 

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Portuguesa Mimicat se apresenta pela 1ª vez no Brasil

Mimicat, alter-ego da cantora portuguesa Marisa Mena, estreia nos palcos tupiniquins. Influenciada pelo jazz, blues, soul e R&B, faz show na Virada Cultural no sábado (21.06), depois de passar pelo Bourbon Street, na quinta (18.06), e no Café dos Prazeres sexta na (19.06). Ela conta que preparou uma surpresa: fará cover de “Chega de Saudades”, de João Gilberto.

“Estou animada para saber qual vai ser a recepção do público brasileiro à minha música e à minha pessoa. Estou entusiasmada pra tudo, pra conhecer São Paulo… Trabalhar é sempre um prazer, ainda vou aproveitar para passear um pouquinho”, explicou. Os shows devem ter participação de Marcos Passos e Jota R.

Mimicat vive um sentimento libertário em sua carreira. Separou de sua antiga banda, Casino Royale, e desde o fim do ano passado trabalha na divulgação de seu CD debut como cantora, “For You”. “Seguir solo foi uma libertação. Na banda, não compunha as melodias, só as letras. Havia uma democracia, tudo era em comum acordo, mas nem concordava. Quando as coisas tomaram um rumo que eu não gostei, foi inevitável”.

Com muitas músicas que havia criado sem poder gravá-las com seu antigo grupo, percebeu que precisava fazer algo com elas. “Não consegui me manter em um projeto em que só compunha as letras. Aconteceu porque tinha que acontecer, veio de forma natural. Quando tens um projeto, e quer mostrá-lo ao mundo, você quer que saia do seu jeito, como foi pensado”, diz ela, que nessa nova etapa vem fazendo o próprio gerenciamento da carreira.

Mimicat é apreciadora da música brasileira. Fã de Elis Regina e Maria Rita, também ouviu bastante TomJobim, João Gilberto, Chico Buarque etc. “Apesar de não ouvir com tanta frequência, houve uma altura da vida que ouvia mais, mas Maria Rita e Elis marcaram uma época, quando ouvia mais jazz”, relembrou.

Ouvindo bastante Lianna La Havas e Melody Gardot, contou que já está preparando o próximo single do próximo disco. “Fico tentada a ouvir mais vozes femininas, além de Jamie Cullum, John Legend e mais”, emendou, dizendo que as referências continuam sendo as décadas de 40, 50 e 60 fusão com gospel e sons mais modernos.

MAIS DOS SHOWS
Quem for às apresentações, vai ouvi-la cantar uma música de cada um dos convidados, além do cover que RG revelou no início do texto. “Vai ser uma música de uma forma especial”, disparou. “Vou com o setlist meio pronto, mas à medida que o concerto vai evoluindo, pode sofrer mudanças”, explicou, garantindo que não podem faltar “Somebody Else”, “Tell Me Why” e “Savior”.

“Acho que os brasileiros são um pouco parecidos com os portugueses, fazem questão de demonstrar afeto. Somos espalhafatosos, espero que no Brasil sejam iguais ou mais”, concluiu.

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"Bitch I'm Madonna" já está entre nós, vem ver!!

Madonna continua sendo rainha mesmo com muitas especulações de quem iria participar, mudança na data de lançamento, finalmente hoje saiu o clipe  “Bitch I’m Madonna”, com a participações ultra especiais de Kanye West, Beyoncé, Miley Cyrus, Katy Perry, Rita Ora e Nicki Minaj.

Não podemos ignorar que está virando febre dos artistas fazerem seus clipes lotados de outros artistas do meio, depois de Taylor Swift com “Bad Blood”, Madonna vem agora com tudo, lançando mais uma de sua faixas dançantes e com um plus de um time de artistas incríveis. Só podemos esperar que isso vire moda e todos lancem clipes assim.

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Game of Thrones: A polêmica 5ª temporada

Na verdade não tenho muito o que falar da série a não ser que nos quesitos de maquiagem, figurino, produção, direção e efeitos visuais ela beira a perfeição. E estou aqui hoje para comentar sobre a quinta temporada que foi tão falada, logo aviso que esse post contem SPOILER, então se quiser evitar um ódio sobre mim, peço para parar de ler agora.

Foto: Divulgação

 

Acabou mais uma temporada de GoT e falar sobre isso é algo muito delicado, pois é quase uma obrigação citar os pontos baixos da series e obvio os altos, que por mais que não sejam muitos foram gigantes!

Daenerys, Tyrion, Jon Snow, Jaime, Cersei, Arya, Sansa e Stannis lideraram os oito núcleos principais da temporada e Arya, continua sendo sempre a vingativa que a torna uma das personagens mais incríveis da série e claro sua irmã Sansa que aparentemente vinha crescendo, mas acabou a temporada sem nenhum grande momento. Ah e claro, a cena que ela protagonizou sendo estuprada pelo marido, que gerou uma super polêmica, pois não estava nos livros e uma duvida surgiu da necessidade de ter ou não essa cena.

Foto: Divulgação

 

Jon Snow, se você é fã da produção ao ler esse nome deve ter soltado um suspiro grande, pois o personagem mostrou que estava ali e sabia o que fazer, com toda a trama da Muralha, ele assumindo toda responsabilidade, colocando sua vida em risco por todo ideal que acreditava foi imensamente incrível.

Foto: Divulgação

 

E claro que devemos falar de Cersei, que por mais que tenha sido a trama mais chata da temporada, devemos que comentar que depois da morte de seu pai ela ficou totalmente perdida e colocou Porto Real na mão de fanáticos religiosos, porem Game of Thrones esta ai pra provar que da sim para se criar momentos épicos sempre, colocaram ela nua não de um jeito sexual, mas um jeito que demonstrasse seu desespero e com isso rolou até uma (leve) solidariedade com ela, mesmo ela sendo uma das personagens mais odiadas.

Foto: Divulgação

 

E então, na ultima cena Jon é traido pela Patrulha da Noite e é esfaqueado, a ultima adaga pertencia a Olly e então nos ultimos segundos do episódio temos a cena do sangue de Jon Snow escorrendo pela neve.Vou parar de falar e deixar vocês lerem a entrevista que o ator Kit Harington deu para o Entertainment Weekly falando sobre cena.

Qual foi sua reação quando soube o destino de Jon?
Kit Harington: A cada temporada, você lê alguma coisa no roteiro e diz: “F•deu”. Eu meio que sabia que isso estava chegando. Eu não li A Dança dos Dragões. Mas eu li os outros livros e descobri que isso aconteceria. Então, eu tinha um pressentimento de que deveria ser nesta temporada. Eu não sabia que seria a cena final da temporada, o que tornou tudo mais especial. É sempre bom quando você é a última coisa que acontece no episódio. Não sei, eu adorei. Eu amei como eles fizeram Olly ser a pessoa que me mata. Eu amo como o enredo com Alliser Thorne estava encaminhado. Eu acho que foi muito bem feito. Pareceu ser que o caminho certo para que isso acontecesse.

Você acha que Jon cometeu erros significativos, ou que ele fez coisa certa – mas acabou perdendo a própria vida no processo?
Kit: São muitas as falhas. Ele não prestou atenção às pessoas ao seu redor. Ele só olhou para o todo nesta temporada. Sua maior falha é ser um pouco como Ned, que ao tentar fazer a coisa certa esqueceu que não estava observando as pessoas ao seu redor. Ele tinha limitações. Tudo o que podia ver realmente era essa desgraça iminente dos White Walkers e fazer coisas para um bem maior, e o que estava faltando era Olly, Thorne e alguns dos homens ao seu lado. Ele não estava vendo o descontentamento deles e não estava prestando atenção nas questões menores. E por causa disso, foi servido justiça. Olly coloca a última adaga nele. Naquele momento eu acho que ele percebe que não cuidou de sua família, este jovem a quem ele desapontou.

O motim da Patrulha da Noite foi definitivamente justificado pela história. Mas nós também vimos seu personagem crescer e evoluir como líder ao longo de todos estes anos e por isso também esperávamos que esse crescimento serviria para algo maior – mais do que os outros personagens que vimos morrer na série. Obviamente ele realizou muito durante seu tempo na Patrulha da Noite, mas há um sentimento de que, “não é o que deveria acontecer, ele estava destinado para coisas maiores.”
Kit: Sim, mas temos que seguir com o que Thrones nos está contando. E tratar o drama de Thrones como vida real. E as pessoas morrem e não realizam tudo o que nós desejávamos que fosse destinado a essas pessoas na vida real. E eu acho que isso é uma das coisas poderosas sobre Thrones. A grande perda que acontece com o destino de Jon é percebermos que ele não descobre quem é sua mãe e isso me comove.

No ano passado você disse que a única coisa que você realmente queria era que seu personagem descobrisse isso.
Kit: E ele não descobre. Então não sei. É realmente a maneira que Thrones faz as coisas e eu ficarei interessado em ver a reação do público. Eu espero que não seja, “Aê p•rra, obrigado c•ralho, ele está morto!”

Acho que eles vão ficar de coração partido, mesmo aqueles que dizem, “Tyrion é o meu personagem favorito” ou algo do tipo. Não tem como assistir essa série, ver seu personagem crescer durante todos estes anos, e não se sentir que levou um chute no estômago ao ver a forma como o seu arco terminou.
Kit: Espero que seja o caso.

Foto: Divulgação

 

Eu estava conversando com Dan Weiss e ele disse que Jon está realmente morto. Mas George RR Martin deixou em aberto a possibilidade do personagem estar vivo nos livros. E então essa história sobre um novo contrato e salários do elenco saiu no ano passado e tinha o seu nome entre aqueles que receberam aumentos para a 6ª temporada e para uma possível sétima temporada. Então deixe-me perguntar-lhe: Jon está realmente morto?
Kit: É o que sei. Eu tive uma conversa com Dan e David, fizemos a caminhada do Tony Soprano [que é quando se deixa um ator saber que que ele terá um destino ruim]. E eles disseram: “Olha, você se foi, está feito.” E, quanto a coisa do salário, isso me irritou quando essa história saiu. Eu não sei de onde veio, mas foi impreciso de muitas maneiras. Ajuda a colocar perguntas em sua cabeça e nas cabeças dos fãs que as coisas não são o que são de verdade. Muito honestamente, nunca me contaram nada sobre o futuro das coisas nesta série, mas esta foi a única vez que eu sabia. Eles me sentaram e disseram: “É assim que vai ser”. Se alguma coisa no futuro não acontecer do jeito que me foi dito, então eu não sei de nada. – Está apenas na cabeça de David, Dan e George. Mas eu digo que estou morto. Estou morto. Eu não vou voltar na próxima temporada. Então, isso é tudo o que posso te dizer, realmente.

Como foi seu último dia no set?
Kit: Tive um grande encerramento e, como qualquer um dos atores que morrem em Thrones, eu só queria ir embora de lá – tinha lágrimas nos olhos. Eu estava mais comovido e emocional do que eu pensei que estaria.

Quaisquer presentes de despedida como foi Rose e seu arco e flecha?
Kit: Não! Rose teve seu arco e flecha e eu não tive merda nenhuma! Então, sim, eu sou definitivamente menos popular do que a Rose.

O que vem por aí para você?
Kit: Estou à procura de filmes para o próximo ano. Tenho muita sorte hoje – consigo recusar papéis e fazer o que eu realmente quero fazer. Há alguns filmes que eu estou olhando, mas eu não posso falar sobre eles ainda. Eu poderia tirar umas férias. Eu poderia tentar escrever. Eu estou tentando descobrir isso.

Uma coisa que deixa os atores animados depois de terminar uma série é poder mudar a aparência. Tem planos para cortar seu cabelo?
Kit: Pareço com Jim Morrison no momento. Eu não sei o que fazer com ele. Eu posso cortá-lo se eu quiser, mas é provavelmente sábio deixar assim até que eu consiga um próximo papel. Eu meio que me acostumei com isso, iria me sentir estranho se mudasse.

Olhando para trás, qual a memória mais querida?
Kit: O final da temporada passada. Aquela sequência da batalha no episódio nove, foi uma grande experiência de criação de vínculo para um monte de pessoas do elenco como eu e John [Bradley], Mark [Stanley] e Rose Leslie – tivemos um grande momento filmando esse episódio. Acho que foi o meu momento favorito.

Quaisquer pensamentos sobre como Thrones continua depois disso?
Kit: Você coloca as expectativas das pessoas lá em cima, e aí como você encerra? Eu não sei como eles vão terminar Thrones, mas eu acho que parti em uma grande temporada. E acho que eles vão ter que terminá-la com a batalha mais f•odamente épica que a TV já viu.

 

PS: queria deixar meu singelo agradecimento a minha amiga, e viciada, Loamy Mattos que me ajudou desenvolver o post.

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Backstreet Boys dizem em SP que têm fôlego pra mais 22 anos

Depois de anos sem vir ao Brasil com a formação original, os Backstreet Boys se apresentaram, nesta sexta-feira (12.06), em São Paulo, no Citibank Hall. Sem crianças ou adolescentes na plateia, a mulherada (mais de 90% do público) deixou o namorado em casa e foi chorar por suas paixões de duas décadas atrás.

Entre coreografias que o quinteto aprendeu no fim da década de 90 e incursões pop, com praticamente todos os hits, disseram que têm fôlego pra mais 22 anos. É o mesmo período que estão reunidos – entre uma prisão aqui, recuperação de drogas ali, desistência de um ou outro no caminho…

O mais interativo com a plateia era AJ, que vinha à frente do palco e se “jogava” pra galera. Chegou até a pegar celular e câmera de fãs para um momento #selfie. Cativante, Brian fazia caras e bocas, tentava dar atenção às fãs da fila do gargarejo e do pit (vão entre o palco principal e a passarela estendida) e tentou buscar uma conexão com a plateia ao subir ao palco com uma camisa do time de futebol Corinthians. Em outro momento, ao ganhar um bichinho de pelúcia do Pato Donald, imitou a voz e tudo.

Nick, mais rechonchudo que nos áureos tempos de adolescência, quando não estava ao violão ou guitarra, passava o show tentando levantar as calças. Enquanto Howie D, o mais apagado da banda, compensou a falta de momentos solo com aparições em que remexeu e requebrou o derrièr.

Se eles têm fôlego pra mais 22 anos, não dá pra prever. Mas que eles têm um público cativo, que vai segui-los por um bom tempo, dava pra notar na apresentação desta sexta e que se repete no sábado e domingo (13 e 14.06) com ingressos esgotados

Se conseguirem aproveitar as próximas duas décadas de sucesso, vão parecer com o artista decadente, interpretado por Al Pacino em “Não Olhe Para Trás”.

Como eles voltam ao estúdio agora, durante o Verão americano, é capaz de vê-los por aqui novamente nos próximos dois anos. É a única coisa que dá pra apostar!

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Com alma brasileira, Ben Harper se apresenta em São Paulo

Ben Harper e seu violão foram a principal atração do Samsung Blues Festival, que aconteceu nesta sexta-feira (19.06), no HSBC Brasil, em São Paulo. Com duração de quase duas horas, cantor conversou bastante com o público durante sua apresentação trocou várias vezes de instrumento, contou com o auxílio de um pedal steel (uma espécie de violão deitaxo), e ainda tocou ukulelê, o primo do cavaquinho. Charlie Musselwhite, que se apresentou antes de Harper, voltou ao palco para tocar com o músico.

“Meu irmão de outra mãe”, brincou Harper sobre o Brasil, lugar no mundo ele se encaixa melhor. Ele falou que o melhor de viajar, e passa cerca de 200 a 250 dias longe de casa, é poder conhecer diferentes lugares é que ele pode ficar imaginando se faria parte dali. “Você tem alma brasileira”, gritou um fã, que recebeu o agradecimento do astro da surf music e que se embrenha por outros ritmos, como o próprio blues, o rock e até mesmo o reggae.

O cantor, assim que subiu ao palco, disse que queria poder falar português para conversar melhor com o público. Com a ajuda de um papel, contou em um português enrolado que compôs “I’m Blessed to Be a Witness” no Brasil, com a ajuda de um cavaquinho. Dedicou a faixa-abre aos amigos Bob Burnquist, Vanessa da Mata, Jorge Ben Jor, Marisa Monte e Gilberto Gil.

No setlist, entre outros sucessos, passaram “Excuse Me Mister”, “Fight Out You” e “Walk Away”, “Forever” e “Burn one Down”. Cantou músicas novas, ao piano, do disco ainda sem nome que será lançado no próximo ano com sua banda, The Innocent Criminals. Uma delas terá participação do astro Charlie Musselwhite, que também dividiu o palco com o cantor americano.

Sem dizer o nome, cantou ao piano outra track com atmosfera anos 20 e um refrão que versava sobre perdas e recomeços, a falta a confiança depois de sobrer, mas a única coisa que ele não poderia fazer era se apaixonar. O show, que começou por volta das 23h, avançou a madrugada, e seguiu por quase até a 1h deste sábado.

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Ke$ha vem ao Brasil para única apresentação em janeiro de 2015

15168022793_9d2757623a_kMesmo sem estar em turnê e com apenas uma música nova na discografia, chamada “Lover” (lançada recentemente), a cantora Ke$ha vem a São Paulo em janeiro para única apresentação. Será dia 25 de janeiro de 2015, um domingo, no Citibank Hall. O show é uma produção da T4F. A última vinda dela ao País foi em 2011, quando fez show na extinto Via Funchal como parte da turnê “Get Sleazy”.

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Arctic Monkeys lava a alma dos fãs em show de São Paulo

Se os boatos de hiato se confirmarem e os Arctic Monkeys derem mesmo uma pausa na carreira após a turnê “AM”, os fãs que assistiram à apresentação nesta sexta-feira (14.11), na Arena Anhembi, em São Paulo, terão história para contar durante um bom tempo.

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SITE_RGPor André Aloi, especial para o Site RG (Fotos: Stephan Solon /Move Concerts)
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eproduçãoveja a publicação original

Com show geralmente engessado, o frontman abriu excessão, entendeu a mensagem do público, e no bis mandou ver em voz e violão um pequeno trecho de “Mardy Bum”, hit perdido do primeiro CD da banda (“Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not”, de 2007).

Apesar das pouquíssimas palavras, vez ou outra, o vocalista Alex Turner tentou conversar com a plateia e, em português, soltou um “obrigado” aqui e acolá e, em um desses momentos, acrescentou “paulistas” à frase.

O show acabou por volta de 00h30 já de sábado (15.11), após quase uma hora e meia de apresentação. Desfilou infinidade de hits, do rock dançante às baladas mela-cueca. O palco era show de luzes e uma estrutura de LED reproduzia a imagem de batimentos cardíacos, que tinha as letras “AM” ao centro, quase imperceptível na capa do CD, mas em evidência nessa mega-estrutura.

Move - Artic-0071“Do I Wanna Know” deu a largada e “R U Mine” – ambas do mais recente trabalho “AM” (2013) – teve a honra de encerrar de forma apoteótica a apresentação (Confira o setlist!). Passaram por quase todos os singles. As faltas mais sentidas, talvez, tenham sido “Suck it And See” (nome do penúltimo CD), “When The Sun Goes Down” e “Fake Tales of San Francisco”, do de estreia.

Com quase 30 anos, Turner é exemplo de como a banda se consolidou. Se não haviam deixado claro no Lollapalooza (ainda no Jockey Club), em 2012, que eram banda de gente grande, no show desta sexta não precisavam provar mais nada. Com casa cheia, os ingressos estavam esgotados há algum tempo. Ele só precisava se preocupar em manter o cabelo – empastado de cera – ajeitado.

Essa foi a terceira passagem do grupo pelo Brasil. A primeira foi no Tim Festival, em 2007, bem no início da carreira. Nas três, o show veio acompanhado de chuva. Então, Alex, faça um favor: não demore a voltar.

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The Hives

por Raphael Lima (colaborador)

Debaixo de uma garoa que começava e parava, The Hives entrou no palco, ao som de “Come on ,Come on”, seguida por outros  sucessos, como “Take Back the Toys”, ”Walk Idiot Walk”, e“Go right ahead” . Conversaram (e muito!)com o público, e num show de modéstia e simpatia, Pelle Almqvist (que dizia frases de efeito como : “do you Fu#% love me ?” “ Eu sou o babaca encantador que vocês odeiam amar!”), conquistou a todos.

Com o mesmo show que trouxeram ao Lollapallosa (com exceção de duas músicas novas: “Two Kinds of Trouble” e “I’m Alive”, que devem entrar no próximo álbum – ainda sem previsão de lançamento)  o quinteto sueco conduziu a noite com uma apresentação brilhante, com uma presença de palco única e um carisma indiscutível. Subiram o nível, e colocaram uma responsabilidade absurda em cima dos parceiros britânicos, já que o comentário geral pela pista era sobre a surpreendente performance na banda de abertura.

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Em São Paulo, Jason Derulo mostra que como cantor é bom dançarino

Jason Derulo, conhecido pelo hit “Wiggle” (#wigglewigglewiggle) em parceria com Snoop Dogg, fez show em São Paulo na última quinta-feira (13). Antes mesmo da apresentação, a gente sabia que não ia lotar tanto. Nosso colaborador, Raphael Lima, acompanhou a apresentação e conta como foi acompanhar a apresentação para casa “meio” cheia.

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