Fã de pão de queijo, Dua Lipa experimenta catuaba: “gostinho de Natal”

Durante a passagem da Dua Lipa pelo Brasil, no início de novembro, encontrei com ela para fazer umas perguntas para a GQ Brasil. Uma delas, em especial, vai entrar na edição de dezembro da revista em uma matéria na parte ESSENCIAL (editada por Piti Vieira), as outras, entraram no site da GQ em formato de vídeo. Agora, apresento a versão desse papo sem cortes, em que ela fala que a catuaba tem gosto de Natal… Quero saber que sabor é esse, viu?!

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Em gravação de DVD, Coldplay entrega show democrático em SP

No show que o Coldplay fez no Allianz Parque, em São Paulo, nesta terça-feira (07.11), Chris Martin e asseclas entregaram uma apresentação democrática, com direito a dois palcos, além do principal (um deles na pista comum). Eles subiram para cantar com bastante atraso, próximo das 22h20 (estava previsto para começar 21h), mas tinha uma “longa história”, segundo o vocalista, envolvendo demora na entrega de equipamentos. Um fato inédito aconteceu esta noite: pela primeira vez na historia da banda, o baterista Will Champion entoou um de seus hits.

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Sarah Oliveira afirma que se meteu em briga por causa de Ryan Gosling

Sarah Oliveira comentou no podcast Aos Cubos, divulgado nesta terça-feira (10.10), que que se exaltou em uma discussão por causa de Ryan Gosling. Na entrevista, a apresentadora do “Minha Canção”, da rádio Eldorado, ainda relembrou os áureos tempos da MTV Brasil – de quando foi almoçar com Britney Spears e Justin Timberlake – a relação com os filhos e sua briga com o relógio pelas manhãs. Para ela, até o programa “Encontro com Fátima Bernardes” (que vai ao ar às 10h50, na Globo) é muito cedo.

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Documentário mostra Lady Gaga sem camadas e bem pé no chão

Por Mateus Neves

Fui ver o documentário de Lady Gaga, na Netflix, acreditando que veria mais uma ação de divulgação de um novo álbum. Mas o documentário “Five Foot Two” mostra uma artista global sem filtros, bem pé no chão. O .doc, realmente participa de um momento estratégico de sua carreira, depois que seu último trabalho foi tomado por críticas.

Porém com um detalhe chama a atenção nesse especial: Stefani Germanotta não é apenas uma, mas todas as facetas e personagens que ela quis ser na indústria pop que, ela ajudou a construir nos últimos anos. A maior prova de que o Frankenstein do pop deu certo é sua apresentação no Super Bowl. O intervalo com maior audiência dos EUA precisava de alguém que soubesse falar de diversidade e diferenças para a massa em forma de entretenimento, e isso Stefani soube fazer.

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"Está chegando o momento", afirma Tulipa Ruiz sobre disco novo

Tulipa Ruiz está separando material do que pretende gravar no quarto disco de inéditas, sucessor de Dancê” (2015). “Tá chegando o momento de mexer (nas anotações), já estou com coceira para começar a fazer”, explica. “Tô pensando nele,  gravo uma coisa esse ano, mas estou entendendo ainda o que vai ser. Sigo em turnê até o ano que vem, quando gravo disco com banda”. Ainda não há uma data, mas um novo single deve vir até o fim de 2017. A cantora é a convidada do podcast Aos Cubos de número 30, no ar nesta terça (29.08).

“Tudo o que vou sentindo, intuindo ou entendendo, recebendo das pessoas, vou armazenando e anotando. E só acesso quando vou fazer o disco. Não vou pensando no disco durante o processo, vou arquivando. Quando chega alguma coisa, não quero nem misturar. Na hora de fazer, pego todos esses símbolos e impressões e começo a fazer um novo disco”. No campo dos sonhos, Djavan é uma parceria que ela “amaria” fazer. “Tenho ouvido muito e é um artista que sempre volto e tem uma discografia atemporal. Seria uma honra”.

Depois de gravar “Prumo”, em italiano (que ficou “Cura di Te”), a cantora diz que tem vontade de fazer versões em outras línguas, mas não sabe se tem potencial de mercado. “Quando a gente foi para o Japão fez ‘Quando eu achar’ em japonês. Eu tenho ido muito ao México, engraçado que o Grammy abriu essa porta para o mercado latino, então, seria interessante gravar uma música em espanhol. E ‘Efêmera’ é uma música latina, a gravação ficou muito bem em espanhol (Efimera), a sonoridade teve muito a ver e a gente está lançando o disco (para esse mercado). Se eu não tivesse, não ia fazer”.

Além de Yoko Ono, que é citada em diferentes partes do programa, Tulipa enumera suas divas: Baby do Brasil, Ná Ozzetti, Gal Costa, Elza Soares… “São mulheres que sou apaixonada, reverencio muito e que moram na minha vitrola. Não tenho nenhuma história engraçada com elas, mas adoraria ter alguma experiência assim com alguma delas”, ri.

Ela falou ainda que o primeiro e o terceiro discos devem voltar a ser produzidos em vinil até o início de 2018. “O legal é que a gente tem lançado e ele tem esgotado porque as pessoas têm voltado a ouvir vinil”.

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Visto GG, você P
Durante o programa, também foi abordado padrões de beleza e relação com o corpo, já que há uma opressão pela magreza, seja ela na música ou na publicidade. “Para mim nunca foi uma questão no mercado ser uma pessoa grande, eu ser plus size”, comenta. “Nunca levantei essa bandeira e nunca sofri por conta disso. Onde eu circulo, sempre fui muito bem recebida. Mas é um saco você ir numa loja e não ter uma roupa para você, é um saco você não ter espaço nas revistas. É um saco a beleza ser uma coisa completamente fechada. E a gente está em um momento muito interessante de empoderamento e aceitação, de poder falar sobre isso”.

No programa, citamos a coluna de Flávia Durante, no UOL, em que ela desmistifica o universo plus size, já que tornou-se referência no assunto. Ela também é criadora do bazar Pop Plus, que promove encontros para que a moda para facilitar a compra de roupas em tamanhos maiores. “Eu vou e já comprei muitas coisas. Recomendo muito porque tem coisas muito lindas e difíceis de achar em lojas de rua ou de shopping”, acrescenta.

Participam deste podcast: André Aloi, Victor Albuquerque e Luís Bemti

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"Até tu, Brutus?"; veja referências do novo clipe de Taylor Swift

Taylor Swift lançou seu novo clipe neste domingo (27.08), “Look What You Made Me Do” – single de retorno para o seu sexto disco “Reputation”, que sai em 10 de novembro. As teorias da conspiração já começam a circular pela internet do que estaria por trás de Taylor clonar ela mesma e enterrar seus “eus” passado. No clipe, a loira ressurge da tumba, participa de um roubo, se vê como rainha em um ninho de cobras, tem um predador natural de estimação (ao que parece, um inofensivo leopardo) e se balança em uma gaiola… Vamos ao que interessa?

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O clipe começa com a cantora enterrando sua reputação… Tudo leva a crer que a referência seja um mural criado pelo artista Lushsux em Melbourne, na Austrália, que anunciava a morte de Taytay depois da exposição da briga dela com Kanye West por Kim Kardashian. Aqui, também surge o pseudônimo que ela usou para escrever o feat. de Calvin Harris com Rihanna: Nils Lorens Sjöberg.

No take seguinte, a cantora está imersa em uma banheira de joias (seriam elas fruto do rouba sofrido por Kim Kardashian durante a semana de moda de Paris, em 2016?).

O cofre fica em uma empresa chamada “Stream.Co”… Seria uma indireta para a roubalheira dos servidos de streamings… No passado, Taylor comprou uma briga tremenda ao liberar suas músicas apenas no serviço de streaming da Apple. Só liberou suas músicas para os outros serviços este ano, justamente na semana de lançamento do “Witness”, de Katy Perry.

E essa máscara da quadrilha que está assaltando o banco… Parece familiar, não?

No mundo pop, Taylor é conhecida como “cobra”. O animal peçonhento faz referência às suas briguinhas, como a com Katy Perry (por causa de dançarinos), Kim Kardashian e Kanye West (por aquela ceninha no VMA de 2009, quando Kanye interrompeu Taylor durante o discurso de melhor vídeo feminino porque ele acreditava que Beyoncé deveria levar o prêmio; e depois porque ela sabia da referência a ela na música “Famous”, do rapper); mais tarde, Taylor também entrou em uma disputa para que “This Is What You Came For”, parceria de seu ex-namorado, Calvin Harris, e Rihanna levasse os créditos por ter escrito e gravado backing vocals. Sem contar as infinitas músicas endereçadas aos ex-namorados…

A frase “Et tu Brute” é uma expressão tirada da peça “Júlio César” (“The Tragedie of Julius Caesar”, do inglês), datada de 1559. Essas teriam sido as palavras de atribuídas a Julio César quando descobriu que Brutus havia conspirado contra o ditador romano. Por falar em traição, talvez por isso ela tenha usado as motos de “Judas”, de Lady Gaga, neste take…

Essa é auto-explicativa, né? O mundo não perdoa o fato de Katy Perry ter um record na Billboard: cinco singles consecutivos na parada americana, mesmo número de Michael Jackson, e não ter conseguido levar nenhum gramofone dourado para casa. No entanto, ela teve 13 indicações (número que aparece no pescoço do pequeno leopardo no banco de passageiro) e, por incrível que pareça, é o número da sorte de Taylor. A premiação também é um marco na carreira delas: única foto em que elas aparecem juntas.

FYI: Sobrou até para Kylie Jenner, que acabou se envolvendo em um grave acidente de carro em Calabasas, Los Angeles, após ter ganhado um carro do namorado. 

Como Taylor não dá ponto sem nó… Não é à toa que ela aparece de laranja (cor que destoava da coleção de Yeezus para a Adidas, em 2016, sempre em tons neutros e crus), com uma tatoo de cobra na perna direita, falando mal de um suposto palco (“your tilted stage”). Mas pode ter aqui outra referência: o circo da mídia… O clipe “Circus”, de Britney Spears, ou “Can’t Be Tamed”, de Miley Cyrus podem aparecer entre as ideias da loira.

Quem não queria ter um grupinho (squad) para chamar de seu? Taylor tem seu próprio e ironiza o fato de todas elas serem modelos, padrões a serem seguidos. Como numa fábrica de larga escala, as modeletes plásticas seguem instruções de Taytay. Na vida real, esse squad é composto por pessoas como a cantora Lorde e as modelos Karlie Kloss, Martha Hunt, Emma Stone, Hailee Steinfeld, Amanda Seyfried, Gigi Hadid, entre outras.

Até Tom Hiddleston, ex-namorado de Taylor, entrou na “brincadeira” do novo clipe. Houve um feriado de 4 de Julho em que o ator apareceu na praia ao lado da cantora e alguns amigos com uma camiseta com os mesmos inscritos. Logo, pipocaram na internet que Taylor preparava sua revanche na separação de Calvin Harris. Mais tarde descobriu-se que se tratava de uma coincidência, pois as iniciais eram do poeta T. S. Eliot, do qual o Loki, de “Os Vingadores” é fã. Ah, e a formação dos garotos do Stiletto (arte de dançar no salto alto) faz referência a “Formation”, de Beyoncé.

No topo da cadeia alimentar do Pop, Taylor criou uma superpersonagem a fim de conseguir enterrar todas as versões dela mesma. Aqui, todas se digladiam para tentar alcançar a Taylor que vem aí com uma reputação inabalável, que não brinca em serviço e pode até ressurgir do lado invertido para acabar com as fofoquinhas do que falam dela.

Essa cena é impagável: uma fútil Taylor fica a par, pelo celular, dos boletos gerados (uma resposta à música “Swish Swish”, de Katy Perry, que fala: ela guarda os recibos). Do lado dela, à esquerda, a Taylor de início de carreira, lá no Country, a da direita é a “garota interrompida” por Kanye West no VMA de 2009.

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"Gravadora é um bicho antigo", afirma Ayrton Montarroyos

Finalista do “The Voice”, na Rede Globo, o cantor Ayrton Montarroyos lançou oficialmente seu primeiro disco homônimo sem o auxílio de uma gravadora. Conseguiu um patrocínio master e se jogou no estúdio com o produtor Thiago Marques Luiz. “Gravadora é um bicho antigo, que acha que entende de alguma coisa, superorgulhosa, egocentrista, fala pra gente de música como se música popular vendesse 2 milhões de cópias, como Maria Bethânia ou Roberto Carlos. Os artistas que mais fazem vendem 50 mil cópias”, compara.

Ele afirma que, para Anitta, a gravadora deve servir bem. Mas ele preferiu não selar um acordo para não ficar amarrado. “Agora vou ficar tentando dar um tiro certo para ter um selinho, uma logomarca… Se tivessem me pego, falado que ia ganhar R$ 20 mil por mês e tantos shows por semana, eu toparia lindo. Alguns colegas têm esse tipo de contrato. Mas, para meter o dedo no que estou fazendo, aí não”, pondera.

Ayton pegou umas faixas que tinha produzido em um álbum (que não foi lançado) em 2013, refez os arranjos e foi montando o novo. “O disco veio na hora que tinha que vir. Muita gente acha que deveria ter aproveitado o ‘boom’ da Globo e do programa, mas eu acho que seria muito pequeno pensar em mim e não na obra”, explica em entrevista ao podcast Aos Cubos, que foi ao ar nesta quarta-feira (15.08). “Eu aproveitei o tempo certo. Se fosse agora, dificilmente teria o patrocínio que consegui”.

O cantor lembrou os antigos carnavais, falou de crenças, do mercado e participou dos quadros Rapidinhas, Caderno de Perguntas e Perguntas Esdrúxulas. Play!

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Participam deste podcast: André Aloi e Victor Albuquerque
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Jacintho lançará single inédito; Ekena prepara estreia com disco

Jacintho e Ekena (junto de Lima, de sua banda) são os entrevistados do podcast Aos Cubos, neste 24º programa, lançado terça-feira (20.06). Enquanto o artista se prepara para lançar mais um single, chamado “Cê Já Pode Morrer” (primeiro passo após seu EP de estreia, lançado em 2016), Ekena vai finalmente lançar o primeiro disco cheio, chamado “Nó”, que contou parte com financiamento coletivo (Catarse).

“(Esse single) faz parte do planejamento, depois de ter lançado o EP gravado ao vivo, cujo resultado deu origem também a quatro vídeos, disponíveis no YouTube. A música e o clipe devem sair em agosto”, adianta Jacintho. “Vai ser um preparo para o disco, que só sai se as pessoas desejarem”, brinca. O álbum ainda não tem nome, mas o artista afirma que é muito influenciado por coisas relacionadas à flora. “Talvez venha alguma coisa nesse âmbito”.

Ekena faz piada sobre o debut, dizendo que vai desatar nós. “Foi superlegal fazer este disco. A gente gravou em janeiro (de 2017), e faltava esse processo de mixagem e masterização. É um catadão das músicas desde 2010 até 2016, a última que escrevi foi ‘Todxs Putxs’. Resolvi fazer, talvez em ordem cronológica, contando uma história de desatar nós mesmo, como eles foram se soltando até formar uma linha reta”. O lançamento está previsto para o segundo semestre.

“A internet nos possibilitou coisas muito boas”, afirma Jacintho ao comentar a dificuldade que bandas do interior sofrem, disputando espaço com formações feitas nas capitais. E também localmente, uma vez que a cena está lotada de gente que opta por fazer cover. Jornalista de formação, ele trabalhou como editor de Cultura em uma rádio sócio-educativo, no interior. Ali teve acesso a artistas, produtores e shows. “Foi legal para ter uma série de referências, quando decidiu que queria ser artista e não jornalista”. Com sua ida para o Sul do País, e sua saída da Johnny Sue, Jacintho foi fazer uma incursão pelas artes visuais. Na volta, resolveu aportar em Leme (distante 190 km da capital paulista), e onde mora atualmente.

Os dois relembram os tempos juntos, em Araraquara, na chamada Casa dos Artistas, a vida romântica, suas aceitações enquanto artistas e os causos de interior. Ah, e também falam da época em que Ekena era uma Caramelow (da banda de Liniker). “Eu não imaginava algumas coisas ou as via distantes. As pessoas têm que olhar para um outro ângulo, tem várias pessoas acontecendo, várias bandas incríveis nascendo (no sentido de estar sendo vistas agora), e acho que a gente tem de cavocar”, pontua Ekena.

 

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